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sábado, 27 de fevereiro de 2016 Novidades | 16:51

E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante lança compacto “Medo de Morrer | Medo de Tentar”

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O E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante faz neste domingo (28) a estreia oficial de “Medo de Morrer | Medo de Tentar“, seu novo compacto.

Foto: Cae Oliveira

O novo trabalho do grupo instrumental paulistano é o último passo da banda antes do lançamento de seu primeiro álbum, previsto para 2017. “É o nosso último momento contando uma história pequena”, explicou o guitarrista Luden Viana em entrevista ao Faixa1.

Gravado no Rio de Janeiro, o compacto traz só duas músicas, mas demorou muito para ser produzido. “Estávamos segurando desde setembro, então o processo demorou cerca de cinco meses”, explicou o músico.

Na entrevista abaixo, Luden Viana fala sobre o álbum de estreia do EATNMPTD e seu trabalho no filme “Voltaremos”, sobre a história do Juventus:

Faixa1: Como foi a produção de “Medo de Morrer | Medo de Tentar”?
Luden Viana: A gente demorou mais ou menos uns três meses fazendo as duas músicas e a gente foi pro Rio de Janeiro logo em seguida. Ficamos cinco dias no Rio e gravamos em dois, um para preparar o estúdio e outro gravando por 16 horas. A gente voltou pra São Paulo, masterizou e isso demorou bastante. A gente tava segurando o disco desde o final de setembro. Então demoramos cerca de cinco meses.

Faixa 1: O que esse compacto representa na carreira da banda?
Luden Viana: Representa um último passo antes do disco. É a primeira experimentação que a gente tem antes de pensar num conceito completamente fechado. É nosso último momento contando uma história pequena.

Faixa1: E como anda a produção do disco?
Luden Viana: A produção do disco ainda está meio parada. Estamos produzindo os shows para a próxima turnê e temos duas músicas em que estamos trabalhando. A ideia do disco para 2017 é muito mais nos cobrando.

Faixa 1: As músicas lançadas vão entrar no álbum?
Luden Viana: Não, o disco vai ser todos de inéditas. A gente teria que arranjar espaço para encaixar essas músicas já lançadas no disco. Estamos pensado cada música em função da outra.

Foto: Cae Oliveira

Faixa1: A EATNMPTD é uma das maiores bandas underground de São Paulo. Como vocês recebem isso?
Luden Viana: É um negócio muito maluco pra gente. Vivemos fazendo piada. Fomos pro Rio de Janeiro pra gravar e fizemos um show, aí fomos ao mercado e uma mina nos abordou falando da banda. É super estranho, mas ao mesmo tempo é legal, nosso trabalho está fazendo sentido pra alguém. Não é como se a gente fosse a Ivete Sangalo, um bagulho pop, grande. É muito menor, uma outra proposta. Ser reconhecido na rua e ser ouvido frequentemente é muito bom. A internet é basicamente nosso meio de comunicação e sempre foi desde o começo. Mas uma coisa que ajudou foi que nos nossos primeiros meses de banda, começamos a vender merch. Uma galera que você nem conhece começou a usar camiseta.

Faixa1: As pessoas ainda tentam convencer vocês a colocar um vocal nas músicas?
Luden Viana: Já fizeram piadas, mas acho que ninguém falou sério. Não faz sentido pra gente. A gente pensou em colocar uns spoken words, algo mais poético. Mas não ia fazer muito sentido na música. As pessoas pararam de pedir, acho que entenderam.

Faixa1: Como foi trabalhar em “Voltaremos”?
Luden Viana:Marcelo Pedro, um dos diretores, é meu amigo desde que eu tenho 13 anos e eu liberei. Primeiro por ser ele, segundo é um filme sobre o Juventus, é um time querido por todo mundo de São Paulo. [O time] É um negócio muito importante pra história de São Paulo e  para um futebol mais poético, futebol em que o jogador não vai pra China.

Lançamento de “Medo de Morrer | Medo de Tentar”
Quando: domingo, 28 de fevereiro, às 19h
Onde: Teatro Décio de Almeida Prado (R. Cojubá, 45, Itaim Bibi)
Quanto: grátis (os ingressos serão distribuídos a partir das 14h)

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016 Novidades | 17:22

Exclusivo: Ouça “Negativo”, o novo álbum de Rodrigo Miguez

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O cantor carioca Rodrigo Miguez está de volta com o álbum “Negativo”, o segundo de sua carreira. O novo disco do produtor passeia por diversos estilos e vai do baião ao rock.

O que dá unidade ao novo trabalho de Rodrigo Miguez é sua composição impecável. Nas nove faixas do registro, o artista tem uma missão bem difícil: ele busca entender a realidade e explicar como estamos inseridos nela. É difícil dizer se ele alcança o objetivo, mas vale a pena acompanhar todo o processo.

O nome do álbum também é bem simbólico: ele não é nada “pra baixo”, como muita gente pode acreditar. O “Negativo”, na verdade, atrai o positivo. “Eu sonhei que estava discutindo comigo mesmo sobre qual seria o nome do disco. As opções no sonho eram ‘Negativo’ e ‘Universo Transversal’. Acordei escolhendo negativo, mas sem saber o motivo. Fui buscar significados e encontrei a representação simbólica dos questionamentos que o álbum propõe”, explica o músico.

“Negativo” está disponível gratuitamente no site oficial de Rodrigo Miguez, no YouTube e nas principais plataformas de streaming. Ouça o disco na íntegra abaixo:

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016 Novidades | 18:19

Julian Casablancas ainda vive e fez um cover do Velvet Underground

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O Strokes está em uma fase bem estranha da carreira. A banda não lança nada desde “Comedown Machine”, disco de 2013, mas vive atiçando os fãs postando fotos em estúdio e neste ano voltará ao Governor’s Ball, festival em Nova York do qual participou em 2014. Na prática, o Strokes é uma ex-banda em atividade.

Enquanto isso, seus integrantes seguem tocando projetos pessoais. Albert Hammond Jr. vem sozinho ao Lolla Brasil em março, Fabrizio Moretti ensaiou uma banda com Rodrigo Amarante e Binki Shapiro, o Little Joy, e Julian Casablancas lançou em 2014 seu segundo álbum solo, “Tiranny”. O cantor chegou a tocar no Brasil no Lolla de 2015, mas depois sumiu.

Nesta sexta (19), o vocalista do Strokes resolveu mostrar aos fãs que ainda está vivão e lançou “Run Run Run”, cover do clássico do Velvet Underground que ele fez para a trilha sonora de “Vinyl”, a nova série musical da HBO assinada por Mick Jagger e Martin Scorsese.

A música tem uma pegada bem diferente do que Julian faz com o Strokes e em sua carreira solo, mas o resultado foi ótimo. Fã declarado de Lou Reed, o cantor não ousou mudar o estilo da música e fez tudo como manda o figurino, deixando o cover bem parecido com a original.

Até agora, o único show do Strokes marcado para 2016 é no Governor’s Ball, em 3 de junho. Os fãs ainda esperam que a banda lance seu 6º álbum algum dia – e que ele seja muito melhor que os últimos, “Angles” e “Comedown Machine”.

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016 Rap | 20:12

O Grammy cometeu mais um erro histórico ao não premiar Kendrick Lamar

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Kendrick Lamar chegou ao Grammy Awards, nessa segunda-feira (15), como o grande favorito. Com 11 indicações, o rapper foi o artista mais premiado da noite e fez uma apresentação marcante, mas acabou sendo vítima de mais um desses erros históricos que a academia insiste em cometer e viu seu álbum “To Pimp A Butterlfy” perder o gramofone de disco do ano para o “1989” de Taylor Swift.

Não é absurdo algum dar o prêmio de álbum do ano para “1989”, afinal o disco foi o melhor produto do pop nos últimos anos e quebrou recordes de venda. O absurdo é não premiar o álbum de Kendrick Lamar. “To Pimp A Butterfly” é um impecável registro da relevância do rapper de Compton para a música contemporânea. Prova disso é que ele dominou os prêmios na categoria de rap, que neste foi bem concorrida com trabalhos ótimos de J Cole, Dr. Dre e Drake.

Apesar de “To Pimp A Butterfly” não ter recebido o prêmio que merecia e “Alright”, um dos hits mais importantes para a sociedade nos últimos anos, ter sido esnobado nas grandes categorias, Kendrick Lamar provou ao vivo por que é o maior artista da atualidade. No melhor show da premiação, o rapper levou influências da África para o palco e cantou pela cultura negra no palco do Grammy – isso praticamente na mesma semana em que Beyoncé soltou a bomba que foi o clipe de “Formation”, que está gerando discussão nos Estados Unidos até agora.

O currículo de Kendrick Lamar de fato ficaria mais gordo com o Grammy de álbum do ano, mas a perda do troféu não significa nada. “To Pimp A Butterfly” continua sendo um dos discos mais geniais da década, sua mensagem segue se propagando e o rapper agora está ao lado de Nirvana, Beyoncé, Public Enemy e Beatles no hall de injustiçados pela academia. No fim, a carreira desses ícones da música não foi atrapalhada em nada pelos erros do Grammy – quem se prejudicou com o papelão foi a própria premiação

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