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quinta-feira, 3 de março de 2016 Novidades | 18:44

Selvagens à Procura de Lei celebram nova fase com “Praieiro”, seu terceiro álbum

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O Selvagens à Procura de Lei lançou nessa terça-feira (1) o álbum “Praieiro“, o terceiro de sua carreira. O disco celebra uma nova fase na carreira do grupo cearense. “É diferente por causa de nós quatro, saímos de Fortaleza e agora estamos morando em São Paulo”, explicou Gabriel Aragão em entrevista ao Faixa1.

A mudança de vida do quarteto se refletiu no resultado de “Praieiro”, um disco que realmente tem uma pegada mais tropical misturado ao rock característico da banda.”O nome não é saudosista”, avisou o guitarrista para qualquer um que possa achar que os músicos sentem falta das praias de Fortaleza. “Moramos juntos e começamos a ouvir músicas juntos, então tivemos as influências dos quatro”, explicou.

Gravado na Red Bull Station, em São Paulo, o álbum passou por um processo bem lento. As músicas ficaram prontas no começo de 2015, mas só foram lançadas mais de um ano depois. “Ouvimos um primeiro mix e não gostamos, então tentamos fazer outro. A gente não tinha pressa para lançar o disco, era melhor lançar do jeito que a gente queria”, explicou.

Nos braços do povo

Com uma base de fãs que cresce cada vez mais, o Selvagens é hoje uma das bandas mais importantes da música independente do Brasil. Tanto que o novo disco foi todo financiado pelos fãs através de um crowdfunding. “É um disco libertador em vários sentidos”, definiu o baixista Caio Evangelista. “‘Praieiro’ é fruto da nossa entrega, foi uma fase de autoafirmação como músicos”, continuou.

Essa fase de autoafirmação também vem depois do grupo deixar o contrato com uma gravadora e voltar a tomar as rédeas de sua carreira. “Todo artista é dependente do seu público, não acredito em outra forma, você pode estar na gravadora ou não”, explicou Caio sobre sua discordância do termo “independente”. Mas ele admite que não ter uma gravadora empodera mais a banda. “A principal coisa de ser independente é tudo estar na sua mão, e queremos trabalhar com nosso público”, explicou.

O lançamento de “Praieiro” acontece no Sesc Pompeia, em São Paulo, nesta sexta-feira (4) a partir das 21h30. Os ingressos custam até R$ 6.

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terça-feira, 1 de março de 2016 Novidades | 19:46

Melhor representante do pop brasileiro, Jaloo lança clipe de “Last Dance”

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Quem diz que não existe música pop no Brasil definitivamente não ouve música brasileira. Prova disso é Jaloo, que lançou nesta terça (1) o clipe lindo de “Last Dance”, faixa de seu álbum de estreia “#1”.

O clipe é simples e bem triste, mas traz aquela tristeza tão bela que não consegue te derrubar. Aliás, todo o disco tem essa pegada e até as músicas mais felizes têm letras reflexivas.

Saído do interior do Pará, Jaloo é o melhor nome do nosso pop. Misturando influências de sua terra natal à produção pop gringa, ele não é uma mera reprodução do que é feito lá fora, mas sim um cara que absorve tudo o que vê de interessante e  aplica isso a sua produção. O resultado é incrível e único.

Veja abaixo o clipe de “Last Dance” e aproveite para ouvir na íntegra o álbum “#1” no YouTube:

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sábado, 27 de fevereiro de 2016 Novidades | 16:51

E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante lança compacto “Medo de Morrer | Medo de Tentar”

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O E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante faz neste domingo (28) a estreia oficial de “Medo de Morrer | Medo de Tentar“, seu novo compacto.

Foto: Cae Oliveira

O novo trabalho do grupo instrumental paulistano é o último passo da banda antes do lançamento de seu primeiro álbum, previsto para 2017. “É o nosso último momento contando uma história pequena”, explicou o guitarrista Luden Viana em entrevista ao Faixa1.

Gravado no Rio de Janeiro, o compacto traz só duas músicas, mas demorou muito para ser produzido. “Estávamos segurando desde setembro, então o processo demorou cerca de cinco meses”, explicou o músico.

Na entrevista abaixo, Luden Viana fala sobre o álbum de estreia do EATNMPTD e seu trabalho no filme “Voltaremos”, sobre a história do Juventus:

Faixa1: Como foi a produção de “Medo de Morrer | Medo de Tentar”?
Luden Viana: A gente demorou mais ou menos uns três meses fazendo as duas músicas e a gente foi pro Rio de Janeiro logo em seguida. Ficamos cinco dias no Rio e gravamos em dois, um para preparar o estúdio e outro gravando por 16 horas. A gente voltou pra São Paulo, masterizou e isso demorou bastante. A gente tava segurando o disco desde o final de setembro. Então demoramos cerca de cinco meses.

Faixa 1: O que esse compacto representa na carreira da banda?
Luden Viana: Representa um último passo antes do disco. É a primeira experimentação que a gente tem antes de pensar num conceito completamente fechado. É nosso último momento contando uma história pequena.

Faixa1: E como anda a produção do disco?
Luden Viana: A produção do disco ainda está meio parada. Estamos produzindo os shows para a próxima turnê e temos duas músicas em que estamos trabalhando. A ideia do disco para 2017 é muito mais nos cobrando.

Faixa 1: As músicas lançadas vão entrar no álbum?
Luden Viana: Não, o disco vai ser todos de inéditas. A gente teria que arranjar espaço para encaixar essas músicas já lançadas no disco. Estamos pensado cada música em função da outra.

Foto: Cae Oliveira

Faixa1: A EATNMPTD é uma das maiores bandas underground de São Paulo. Como vocês recebem isso?
Luden Viana: É um negócio muito maluco pra gente. Vivemos fazendo piada. Fomos pro Rio de Janeiro pra gravar e fizemos um show, aí fomos ao mercado e uma mina nos abordou falando da banda. É super estranho, mas ao mesmo tempo é legal, nosso trabalho está fazendo sentido pra alguém. Não é como se a gente fosse a Ivete Sangalo, um bagulho pop, grande. É muito menor, uma outra proposta. Ser reconhecido na rua e ser ouvido frequentemente é muito bom. A internet é basicamente nosso meio de comunicação e sempre foi desde o começo. Mas uma coisa que ajudou foi que nos nossos primeiros meses de banda, começamos a vender merch. Uma galera que você nem conhece começou a usar camiseta.

Faixa1: As pessoas ainda tentam convencer vocês a colocar um vocal nas músicas?
Luden Viana: Já fizeram piadas, mas acho que ninguém falou sério. Não faz sentido pra gente. A gente pensou em colocar uns spoken words, algo mais poético. Mas não ia fazer muito sentido na música. As pessoas pararam de pedir, acho que entenderam.

Faixa1: Como foi trabalhar em “Voltaremos”?
Luden Viana:Marcelo Pedro, um dos diretores, é meu amigo desde que eu tenho 13 anos e eu liberei. Primeiro por ser ele, segundo é um filme sobre o Juventus, é um time querido por todo mundo de São Paulo. [O time] É um negócio muito importante pra história de São Paulo e  para um futebol mais poético, futebol em que o jogador não vai pra China.

Lançamento de “Medo de Morrer | Medo de Tentar”
Quando: domingo, 28 de fevereiro, às 19h
Onde: Teatro Décio de Almeida Prado (R. Cojubá, 45, Itaim Bibi)
Quanto: grátis (os ingressos serão distribuídos a partir das 14h)

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016 Novidades | 17:22

Exclusivo: Ouça “Negativo”, o novo álbum de Rodrigo Miguez

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O cantor carioca Rodrigo Miguez está de volta com o álbum “Negativo”, o segundo de sua carreira. O novo disco do produtor passeia por diversos estilos e vai do baião ao rock.

O que dá unidade ao novo trabalho de Rodrigo Miguez é sua composição impecável. Nas nove faixas do registro, o artista tem uma missão bem difícil: ele busca entender a realidade e explicar como estamos inseridos nela. É difícil dizer se ele alcança o objetivo, mas vale a pena acompanhar todo o processo.

O nome do álbum também é bem simbólico: ele não é nada “pra baixo”, como muita gente pode acreditar. O “Negativo”, na verdade, atrai o positivo. “Eu sonhei que estava discutindo comigo mesmo sobre qual seria o nome do disco. As opções no sonho eram ‘Negativo’ e ‘Universo Transversal’. Acordei escolhendo negativo, mas sem saber o motivo. Fui buscar significados e encontrei a representação simbólica dos questionamentos que o álbum propõe”, explica o músico.

“Negativo” está disponível gratuitamente no site oficial de Rodrigo Miguez, no YouTube e nas principais plataformas de streaming. Ouça o disco na íntegra abaixo:

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016 Novidades | 18:19

Julian Casablancas ainda vive e fez um cover do Velvet Underground

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O Strokes está em uma fase bem estranha da carreira. A banda não lança nada desde “Comedown Machine”, disco de 2013, mas vive atiçando os fãs postando fotos em estúdio e neste ano voltará ao Governor’s Ball, festival em Nova York do qual participou em 2014. Na prática, o Strokes é uma ex-banda em atividade.

Enquanto isso, seus integrantes seguem tocando projetos pessoais. Albert Hammond Jr. vem sozinho ao Lolla Brasil em março, Fabrizio Moretti ensaiou uma banda com Rodrigo Amarante e Binki Shapiro, o Little Joy, e Julian Casablancas lançou em 2014 seu segundo álbum solo, “Tiranny”. O cantor chegou a tocar no Brasil no Lolla de 2015, mas depois sumiu.

Nesta sexta (19), o vocalista do Strokes resolveu mostrar aos fãs que ainda está vivão e lançou “Run Run Run”, cover do clássico do Velvet Underground que ele fez para a trilha sonora de “Vinyl”, a nova série musical da HBO assinada por Mick Jagger e Martin Scorsese.

A música tem uma pegada bem diferente do que Julian faz com o Strokes e em sua carreira solo, mas o resultado foi ótimo. Fã declarado de Lou Reed, o cantor não ousou mudar o estilo da música e fez tudo como manda o figurino, deixando o cover bem parecido com a original.

Até agora, o único show do Strokes marcado para 2016 é no Governor’s Ball, em 3 de junho. Os fãs ainda esperam que a banda lance seu 6º álbum algum dia – e que ele seja muito melhor que os últimos, “Angles” e “Comedown Machine”.

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016 Rap | 20:12

O Grammy cometeu mais um erro histórico ao não premiar Kendrick Lamar

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Kendrick Lamar chegou ao Grammy Awards, nessa segunda-feira (15), como o grande favorito. Com 11 indicações, o rapper foi o artista mais premiado da noite e fez uma apresentação marcante, mas acabou sendo vítima de mais um desses erros históricos que a academia insiste em cometer e viu seu álbum “To Pimp A Butterlfy” perder o gramofone de disco do ano para o “1989” de Taylor Swift.

Não é absurdo algum dar o prêmio de álbum do ano para “1989”, afinal o disco foi o melhor produto do pop nos últimos anos e quebrou recordes de venda. O absurdo é não premiar o álbum de Kendrick Lamar. “To Pimp A Butterfly” é um impecável registro da relevância do rapper de Compton para a música contemporânea. Prova disso é que ele dominou os prêmios na categoria de rap, que neste foi bem concorrida com trabalhos ótimos de J Cole, Dr. Dre e Drake.

Apesar de “To Pimp A Butterfly” não ter recebido o prêmio que merecia e “Alright”, um dos hits mais importantes para a sociedade nos últimos anos, ter sido esnobado nas grandes categorias, Kendrick Lamar provou ao vivo por que é o maior artista da atualidade. No melhor show da premiação, o rapper levou influências da África para o palco e cantou pela cultura negra no palco do Grammy – isso praticamente na mesma semana em que Beyoncé soltou a bomba que foi o clipe de “Formation”, que está gerando discussão nos Estados Unidos até agora.

O currículo de Kendrick Lamar de fato ficaria mais gordo com o Grammy de álbum do ano, mas a perda do troféu não significa nada. “To Pimp A Butterfly” continua sendo um dos discos mais geniais da década, sua mensagem segue se propagando e o rapper agora está ao lado de Nirvana, Beyoncé, Public Enemy e Beatles no hall de injustiçados pela academia. No fim, a carreira desses ícones da música não foi atrapalhada em nada pelos erros do Grammy – quem se prejudicou com o papelão foi a própria premiação

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