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terça-feira, 26 de abril de 2016 Novidades | 19:30

Maconha, deboche e música: Free Weed é a mistura do melhor que a Califórnia tem a oferecer

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Considerado pela imprensa americana “O Grande Lebowski da cena chapada da Califórnia”, o americano Rikky Cage veio ao Brasil mostrar uma mistura das melhores coisas de seu estado natal: deboche, música boa e muita maconha.

Free Weed pic

Com o alter-ego Free Weed, o cantor fez uma turnê pelo Brasil que terminou nesse sábado (23) com um show no Rio de Janeiro. “Eu amei o Brasil. É o 18º país que visito e o que tem a melhor comida que já comi”, confessou o músico em entrevista ao iG.

Natural de Los Angeles, Cage estranhou o clima tropical do País. “É muito úmido, não estou acostumado. Los Angeles é quente e seco”, comparou.

Além da nossa comida, Free Weed também curte a música brasileira e cita Tom Zé entre suas principais influências. “Ouvia muito no colégio”, lembrou. “Mas conheci mais sobre a música brasileira durante a viagem.”

Quem vê o nome Free Weed pode até pensar que Rikky Cage é um grande maconheiro, mas a verdade é que ele usa seu nome é artístico para defender uma ideologia. “A maconha precisa ser legalizada no mundo todo. Fim de papo”, explicou. Na Califórnia, o uso medicinal da droga é permitido por lei. O músico garante que seu nome não casa nenhum estranhamento na mídia americana. “Algumas pessoas criticam, mas é tão pouco que eu nem percebo”, brincou.

Trazido ao Brasil pelo selo curitibano Terry Crew, Free Weed também comemora seu primeiro lançamento no País: uma coletânea em K7 com 18 faixas de sua discografia. O formato, que tem voltado a aparecer há algum tempo, é um dos preferidos do americano. “k7 é incrível porque é barato de fazer e vender”, disse. “Mas não acho que nenhum formato físico vai voltar a ser grande, agora a música está na internet”, admitiu.

A coletânea “Scooby Dude”, de Free Weed, está à venda no site do selo Terry Crew por R$ 12.

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