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Arquivo de abril, 2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016 Agenda | 23:33

Original’s Studio seleciona bandas paulistanas para gravação de coletânea

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O Original’s Studio selecionará até esta quinta-feira (28) oito bandas paulistanas para a gravação de uma coletânea no estúdio sediado na produtora Zastrás, em São Paulo.

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Os grupos escolhidos irão ganhar uma semana gratuita no estúdio, com seis horas para cada uma das bandas. Nesse período, elas poderão gravar todos os instrumentos da maneira que quiserem. Depois, tudo será mixado e disponibilizado em uma única coletânea.

Qualquer banda da capital paulista pode se inscrever no site do projeto da Levi’s, independentemente do estilo musical. A única condição é que todos os integrantes tenham mais de 18 anos.

Das bandas selecionadas, as três preferidas do público farão um show especial na Casa Levi’s, em São Paulo, em 20 de maio.

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Agenda | 20:34

Aeromoças e Tenistas Russas celebra parceria inusitada com Tássia Reis com turnê

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Uma mistura entre uma banda instrumental de rock alternativo e uma rapper é no mínimo inusitada. Mas, por mais estranho que isso pode soar, a parceria entre o Aeromoças e Tenistas Russas e Tássia Reis prova que a mescla pode dar muito certo.

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É um som super pra frente, a gente tem vários pontos de encontro no soul e na música negra moderna”, explicou a rapper ao iG, lembrando do encontro com a banda no Rio de Janeiro. “O Edu [Eduardo Porto, baterista do Aeromoças] assistiu a um pocket show meu e achou massa. Lembrei da banda porque é um nome diferente, a gente decora”, brincou.

Depois do álbum “Positrônico”, de 2015, o Aeromoças convidou Tássia para preparar um projeto conjunto, que agora será apresentado ao vivo em uma turnê. Nesta quarta (27), o show acontece no Sesc Bom Retiro.

A gente fez uma nova roupagem para as músicas, com sintetizador, guitarra”, explicou Edu sobre o repertório. “Casou muito bem, conseguimos trazer a experiência dela no rap, ela canta muito bem, juntamos o lance dela com o rap e o nosso com o jazz. Bateu o santo entre todo mundo”, garantiu o baterista.

Para Tássia, a série de shows é o primeiro passo de uma coisa que pode ficar ainda maior. “A gente deixou as datas em aberto porque é um projeto muito gostoso”, contou a rapper carioca sobre a turnê. “O público vai se surpreender, a leitura que esse show tá mostrando é bem diferente das coisas que eu apresentei”, continuou. “Eu estou me desafiando.”

Aeromoças e Tenistas Russas + Tássia Reis em São Paulo
Quando: Quarta-feira, 27 de abril, às 21h
Onde: Sesc Bom Retiro (Alameda Nothmann, 185 – Bom Retiro)
Quanto: Grátis

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terça-feira, 26 de abril de 2016 Novidades | 19:30

Maconha, deboche e música: Free Weed é a mistura do melhor que a Califórnia tem a oferecer

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Considerado pela imprensa americana “O Grande Lebowski da cena chapada da Califórnia”, o americano Rikky Cage veio ao Brasil mostrar uma mistura das melhores coisas de seu estado natal: deboche, música boa e muita maconha.

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Com o alter-ego Free Weed, o cantor fez uma turnê pelo Brasil que terminou nesse sábado (23) com um show no Rio de Janeiro. “Eu amei o Brasil. É o 18º país que visito e o que tem a melhor comida que já comi”, confessou o músico em entrevista ao iG.

Natural de Los Angeles, Cage estranhou o clima tropical do País. “É muito úmido, não estou acostumado. Los Angeles é quente e seco”, comparou.

Além da nossa comida, Free Weed também curte a música brasileira e cita Tom Zé entre suas principais influências. “Ouvia muito no colégio”, lembrou. “Mas conheci mais sobre a música brasileira durante a viagem.”

Quem vê o nome Free Weed pode até pensar que Rikky Cage é um grande maconheiro, mas a verdade é que ele usa seu nome é artístico para defender uma ideologia. “A maconha precisa ser legalizada no mundo todo. Fim de papo”, explicou. Na Califórnia, o uso medicinal da droga é permitido por lei. O músico garante que seu nome não casa nenhum estranhamento na mídia americana. “Algumas pessoas criticam, mas é tão pouco que eu nem percebo”, brincou.

Trazido ao Brasil pelo selo curitibano Terry Crew, Free Weed também comemora seu primeiro lançamento no País: uma coletânea em K7 com 18 faixas de sua discografia. O formato, que tem voltado a aparecer há algum tempo, é um dos preferidos do americano. “k7 é incrível porque é barato de fazer e vender”, disse. “Mas não acho que nenhum formato físico vai voltar a ser grande, agora a música está na internet”, admitiu.

A coletânea “Scooby Dude”, de Free Weed, está à venda no site do selo Terry Crew por R$ 12.

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sexta-feira, 22 de abril de 2016 Novidades | 16:54

Veja o clipe de “Vai”, novo single do recifense Barro

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Líder da banda Dessinée, o recifense Barro agora está se aventurando em carreira solo. Seu primeiro trabalho é o bom single “Vai”, cujo clipe foi lançado neste mês.

Barro - Foto 3 - Single VAI - Credito_Louise Vas peq

Misturando dub a uma pegada pop bem gostosa, caprichada nos backing vocals, “Vai” é um som praiano que te faz ter saudade de Pernambuco mesmo sem nunca ter ido pra lá, além de uma ótima amostra do que vem por aí.

A faixa é parte do disco “Miocárdio”, o primeiro de Barro, que será lançado mundialmente pelo selo italiano A Buzz Supreme, que também trabalha com Criolo e Joss Stone.

Para comemorar o lançamento do clipe, Barro saiu em uma pequena turnê nacional, que acaba nesta sexta-feira (22) no Recife, depois de passar por São Paulo e São Carlos (SP). O show é gratuito e acontece no Roda Cultura (R. Me. Deus, 66) a partir das 19h.

Veja abaixo o clipe de “Vai”:

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sábado, 9 de abril de 2016 Novidades | 13:58

Após assalto na Argentina, Francisco, el Hombre planeja turnê e documentário em Cuba

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Os integrantes do Francisco, el Hombre passaram por um pesadelo no começo do ano passado: durante uma turnê pela América Latina, eles foram assaltados na cidade argentina de Mendonza e tiveram todos seus pertences roubados. O que tinha tudo para ser o pior momento da vida dos músicos acabou se tornando em um ponto de virada quando os brasileiros se viram abraçados e ajudados pela comunidade latina. Mais de 15 meses depois do incidente, a banda planeja botar o pé na estrada novamente, desta vez com uma turnê por Cuba.

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Divulgação/Rodrigo Gianesi

Convidados para tocar em um festival na ilha caribenha, a banda do interior de São Paulo embarca em junho e planeja transformar a viagem em um documentário sobre o lugar. “Abrimos uma campanha no Catarse [site de financiamento coletivo] e com isso a gente quer bancar essa ida pra lá e a gravação do filme”, explicou Mateo Piracés-Ugarte em entrevista ao iG.

Por enquanto, a banda já tem três shows marcados em Cuba: um na capital Havana e outros dois em cidades interioranas. Além de tocar pela primeira vez no país, o grupo pretende mostrar no documentário como é a produção de música na ilha. “A ideia é mostrar a cultura cubana, mostrar a música de lá, a cena de lá”, explicou Mateo. “A galera está se organizando de uma maneira independente, queremos mostrar um país onde não existe uma indústria musical”, continuou.

Por outro lado, o grupo ainda quer mostrar a realidade em um país com um regime esquerdista em tempos de tensões políticas no Brasil. “Vai ser interessante mostrar uma ilha que está há 50 anos sem internet, sem capitalismo, em tempos de polarização extrema, com a mídia satanizando a esquerda, que dia a dia vai caindo mais pra direita”, disse o músico.

Todos os planos que o Francisco, el Hombre vem fazendo mostram que o incidente na Argentina não traumatizou ninguém. Pelo contrário, só deu mais forças à banda. “A vida tira alguma coisa para colocar algo maior. Perdemos todos nossos bens e nosso norte, através da empatia fomos reconquistando”, disse Mateo, lembrando toda a ajuda que receberam na Argentina e no Chile após o assalto.

“Abraçamos o desafio de dar a volta por cima e trouxe muita coisa positiva”, continuou o músico. “O assalto nos deixou no chão, mas nos deu uma oportunidade de nos mostrar o que realmente somos”, resumiu.

A campanha de financiamento da viagem do Francisco, el Hombre para Cuba já atingiu 16% da meta de R$ 42.115 estipulada pela banda e fica no ar até maio. Para contribuir, acesse o site do Catarse.

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sexta-feira, 8 de abril de 2016 Novidades | 17:14

BaianaSystem celebra a Bahia com sons da América Latina em “Duas Cidades”

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Ainda hoje muita gente acha que na Bahia só tem axé – e está redondamente enganada. Prova disso é o excelente disco lançado pelo BaianaSystem, “Duas Cidades”, que chega a todas as plataformas de streaming nesta sexta-feira (8). Sem ignorar o axé, o álbum é uma gostosa soma de ritmos latinoamericanos, reggae e batidas regionais que mostram a melhor característica da Bahia e do Brasil: a miscigenação.

Divulgação

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Segundo álbum do coletivo, “Duas Cidades” soa como uma homenagem a um dos estados mais culturalmente efervescentes do Brasil e leva à Bahia a cumbia, o reggae e outros ritmos que se casam perfeitamente nas 12 faixas do disco.

À primeira vista, o som do BaianaSystem parece um legado do manguebeat do Nação Zumbi, mas é mais do que isso. É como se fosse uma evolução do movimento que eternizou Chico Science e se alimenta de tudo que aparece ao seu redor, incorporando elementos de vários estilos. É um tipo de música que arrasta multidões no Carnaval de Salvador e faz muita gente em qualquer canto do mundo – tanto que uma das faixas, “Playsom”, entrou na trilha sonora do game “FIFA 16”.

Outro ponto importante de “Duas Cidades” é a pegada política do disco. Se as batidas e os riffs são incríveis e contagiantes, as letras têm conteúdo e convidam à relfexão sobre problemas contemporâneos . A principal é “Lucro”, que discute até especulação imobiliária em um momento em que o Nordeste sofre com a selvageria do dinheiro.

A cereja do bolo são as participações especiais. Produzido por Daniel Ganjaman, o disco tem participações de Siba, Ganhadeiras de Itapuã e até Marcio Vitor, o vocalista do Psirico e dono do hit “Lepo Lepo”.

“Duas Cidades” tem tudo para ser o disco mais tropical lançado no Brasil neste ano e celebra a Bahia do jeito que ela merece: com música de qualidade, para dançar, mas sem fechar os olhos para os problemas.

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quinta-feira, 7 de abril de 2016 Agenda | 18:35

Selton volta ao Brasil para mostrar novo disco e reconquistar público de casa

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Há oito anos na Itália, a banda gaúcha Selton volta neste mês ao Brasil para tentar atingir em seu país de origem o sucesso que já tem em sua terra adotiva. Com o ótimo “Loreto Paradiso” na bagagem, o grupo começa sua cruzada com um show no Rio de Janeiro neste sábado (9).

Divulgação

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“Temos um feedback incrível no Brasil, queremos saber como vai ser com esse novo disco”, explicou o vocalista Ramiro Levy em conversa via Skype com o iG. Sem perder o sotaque gaúcho, o cantor reconhece que a banda já é mais conhecida na Europa do que no Brasil. “Aqui na Itália estamos mais inseridos, conquistamos um lugar aqui que no Brasil ainda estamos ralando para chegar”, disse.

Apesar de ter despontado já na Europa, o quarteto gaúcho pode ser considerado parte de uma boa safra de bandas que saíram do Rio Grande do Sul. Tanto que o músico afirma se identificar com Apanhador Só e Dingo Bells, bons representantes do novo rock gaúcho. “É muito bom ver que isso finalmente está saindo e sendo reconhecido”, comemorou.

O álbum “Loreto Paradiso” tem tudo para elevar o patamar do Selton no País. Sequência do elogiado “Saudade”, de 2013, que abriu as portas para a banda no Brasil, o disco constrata elementos eletrônicos com outros acústicos, seguindo uma linha encontrada no trabalho anterior e que agradou muito o grupo. “A gente queria se aprofundar mais nessa identidade encontrada, o ‘Loreto’ é um mergulho mais profundo”, explicou.

Mesmo assim, o álbum traz uma nova sonoridade e esse é o principal elemento que o Selton traz ao Brasil em sua bagagem. “O desafio que a gente tem tido é transpor a nova estética [das músicas] pro palco e está sendo incrível, a coisa mais preciosa é levar isso pro show”, garantiu Ramiro. “É quase como se a tivesse que reaprender a tocar”, resumiu.

Selton no Brasil
Rio de Janeiro
Quando: 9 de abril, às 20h
Onde: Audio Rebel (R. Visc. de Silva, 55, Botafogo)
Quanto: R$ 20

São Paulo (participação especial de Mauricio Pereira)
Quando: 10 de abril, às 19h
Onde: Auditório Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Parque Ibirapuera)
Quanto: de R$ 10 a R$ 20

Porto Alegre (participação especial de Dingo Bells)
Quando: 20 de abril, às 21h
Onde: Theatro São Pedro (Praça Mal. Deodoro, s/nº, Centro Histórico)
Quanto: de R$ 25 a R$ 35

Araraquara
Quando: 22 de abril, às 20h
Onde: Sesc Araraquara (R. Castro Alves, 1.315, Quitandinha)
Quanto: grátis

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sexta-feira, 1 de abril de 2016 Agenda | 20:49

Holger e Garotas Suecas celebram amizade com show em São Paulo

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Holger e Garotas Suecas são bandas que surgiram na mesma época, se conhecem há muito tempo, gostam uma da outra e agora vão tocar juntas. Os dois grupos paulistanos se apresentam em São Paulo neste sábado (2) para celebrar a amizade de anos e o EP “Sexualidade e Repressão“, lançado recentemente pelo Holger.

Divulgação

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“Foi a gente que escolheu o Garotas Suecas para abrir o show, são nossos amigos”, contou Marcelo Altenfelder ao iG. “São bandas que cresceram juntas e a gente gosta muito da banda, de coração”, continuou.

Além de celebrar a amizade entre as duas bandas paulistanas, o show deste sábado mostra ao público paulista o novo EP do Holger. Com quatro faixas, o novo lançamento é um compilado de músicas que ficaram de fora de “Holger”, disco de 2014. “O EP fecha um ciclo e libera a gente pra o que sei lá o que a gente vai ser”, explicou Pata. “É o fim do Holger quando era cinco, quando tinha o Artur na banda”, disse sobre o novo trabalho.

Mesmo com uma carreira sólida e uma legião de fãs, a caminhada do Holger está cada vez mais complicada. “A ideia é não parar nunca, mas é complicado porque a vida aperta com a idade, com os compromissos”, admitiu o músico, que tem que equilibrar os shows e os ensaios com a carreira médica e seus dois filhos. Essa preocupação é unânime no grupo. “Rola o tempo inteiro esse papo de está ficando complicado”, disse Marcelo, mas garantindo que a vontade de continuar com a banda é maior que as dificuldades.

Por isso, a banda já pensa em seu novo trabalho: o quarto disco do Holger. Algumas músicas do novo álbum já estão prontas e os caras devem entrar em estúdio ainda neste ano. “Fizemos umas seis ou sete músicas em janeiro”, disse Marcelo sobre o projeto, previsto para 2017.

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Se o Holger vai usar o show deste sábado para lançar um novo EP, o Garotas Suecas vai dar sequência ao compacto lançado em julho do ano passado, “Mal Educado“.

Além das três faixas do projeto, a banda paulistana promete tocar músicas inéditas que vão estar em seu próximo álbum, previsto para sair ainda neste ano. “A gente quer que as músicas tenham uma vivência ao vivo”, explicou Tomaz Paoliello sobre a decisão de estrear as novas músicas no palco. 

Mais do que uma celebração de amizade e lançamentos de coisas novas, o show do Holger com o Garotas Suecas pode ser o primeiro passo de uma parceria maior. “A gente tem a intenção que esse show seja o lançamento dessa parceria, vai vir mais coisa”, garantiu Tomaz. “Podemos fazer mais shows juntos, por ter tanta proximidade”, ponderou Marcelo Altenfelder antes de sugerir uma coisa que seria o sonho dos fãs das duas bandas. “No ano passado, o baterista do Garotas tocou com a gente. De repente junta Garotas com o Holger e vira uma banda só”, brincou.

Garotas Suecas e Holger no Unibes Cultural
2 de abril – sábado
Garotas Suecas às 18 hs
Holger às 20 hs
R$ 30 (meia: R$ 20)
r. Oscar Freire, 2500
ao lado da estação Sumaré do Metrô

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