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segunda-feira, 5 de setembro de 2016 Novidades | 20:10

Veja “A Santa Máquina”, o novo clipe de Antonia Morais

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A cantora Antonia Morais, filha da atriz Glória Pires, lançou na última semana o clipe de “A Santa Máquina”, seu novo single. Com uma pegada trip hop misturado com dubstep, a nova faixa da artista soa como Grimes made in Brazil e tem um clipe bem naturalista.

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Dirigido por Dauto Galli, o vídeo mostra Antonia enquanto uma entidade indígena em contato com a natureza, mas que toma um tom bélico a medida que a música se desenvolve.

“À medida que os personagens iam se concretizando na minha cabeça, percebi que não queria contar uma historinha, nem enquadrar ou rotular nenhum deles no papel do bom e do ruim, mas por meio deles e dos símbolos que eles carregam, expressar o duelo incessante que vivo comigo mesma”, explica Antonia Morais sobre o clipe.

“A Santa Máquina” é um dos primeiros trabalhos de Antonia Morais após o EP “Milagros”, lançado no ano passado. Ainda neste ano a cantora pretende lançar seu álbum de estreia.

Veja abaixo o clipe:

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sexta-feira, 29 de julho de 2016 Agenda, Novidades | 19:52

Rapha Moraes faz homenagem tocante à irmã em “Arritmia”; veja

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rapha rosto natureza (foto por fernando hideki)

Depois de lançar o disco “Corações de Cavalo”, o curitibano Rapha Moraes aproveitou uma das faixas do álbum para fazer uma tocante homenagem a sua irmã Ana Carolina, que morreu em dezembro do ano passado, vítima de problemas no coração.

Em “Arritmia”, música que ganhou um clipe neste mês, o cantor paranaense faz uma última homenagem à irmã. “Minha irmã não tinha só um coração. Ela tinha um coração de cavalo”, diz Rapha Moraes no começo do vídeo, que traz imagens da infância de Ana Carolina e é ilustrado por diversos mini-vídeos captados em Nova York pelo diretor Fernando Hideki.

Com sua banda The Mentes, Rapha Moraes lança oficialmente o álbum “Corações de Cavalo” com um show no Centro Cultural Rio Verde, em São Paulo, neste sábado (30), a partir das 16h30. Os ingressos custam entre R$ 20 e R$ 30.

Veja abaixo o clipe de “Arritmia” e leia a carta de Rapha Moares para a irmã:

“À ANA CAROLINA, 

COM AMOR.

Demorei para decidir se assumiria que essa música “Arritmia” e seu clipe são uma homenagem a minha irmã Ana Carolina, que faleceu em 15 de dezembro de 2015 com 28 anos, de uma doença congênita no coração, o que causou uma arritmia cardíaca.

Demorei porque pensar neste assunto ainda me tira o ar, me deixando sem saber como agir ou pensar. Sentimento que me levou a seguir em frente dessa forma, simplesmente evitando o assunto.

Mas há alguns dias desabei novamente. E me enxerguei. Vi alguém tentando se esconder da dor de perder quem se ama. Alguém fugindo do fato de não ter mais a presença física dela no mundo em que eu faço parte.

Precisei desse tempo para digerir que chegou a hora de assumir que já não sou mais o mesmo. Que minha vida, a dos meus pais e a da nossa família nunca serão mais as mesmas. Conviver diariamente em silêncio com tudo isso é destruidor.

Creio que enfrentar, amar, chorar, sofrer e amar mais, é o caminho para conseguir seguir em frente. O que não significa esquecer.

Por isso, este aqui é o primeiro passo para assumir essa realidade: abrir ao mundo o que sinto.

Quando o Hideki voltou de Nova Iorque com imagens para o clipe de Arritmia, me contou que relatou aos participantes que aquilo se tratava de uma homenagem à minha irmã.

Uma grande ideia que me comoveu. Algo que talvez comova vocês também, onde figurantes passaram a ser protagonistas de um verdadeiro ato de amor. 

Essa presença de humanidade me fez enxergar uma beleza no mundo que há tempos não via. Respirei fundo e senti, com essas imagens, que valia a pena estar vivo.

Esse sentimento de que pertencemos a algo maior. E que só a morte, o nascimento e o amor podem nos fazer lembrar.

Fatos que trouxeram luz. E que me fizeram escrever estar palavras e transformar essa homenagem em realidade.

A Ana viveu e foi exatamente o que ela quis ser. E foi linda.

Essa homenagem é pela vida da minha irmã. E por tudo o que deixou por aqui.

Uma história marcante e grandiosa ao olhar da sensibilidade e da humanidade.

Ana, você me ensinou que nada é mais valioso que aproveitar cada segundo. Que viver é ser quem a gente quer ser.

Coloco esse pedaço de mim no mundo por mim, pelos meus pais, por você e por acreditar na humanidade.

Te amo

Rapha”

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quarta-feira, 20 de julho de 2016 Agenda, Novidades | 15:54

Exclusivo: ouça as novas músicas de Terminal e Corona Kings para o projeto Invasão True Rock

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As bandas Terminal e Corona Kings serão as atrações principais do Invasão True Rock, projeto idealizado pela marca Jägermeister. Em parceria com o Estúdio Costella, as duas bandas gravaram músicas inéditas para o projeto.

A apresentação ao vivo das novidades de Terminal e Corona Kings acontece neste sábado (23) no Home SP, casa recém-inaugurada na região central da capital. O evento gratuito terá a projeção ao vivo de um pocket show das bandas em frente ao bar, com a intervenção do artista visual Luciano Ferrarezi.

O Invasão True Rock acontece a partir das 20h deste sábado no Home SP (Rua Matias Aires, 94 – Consolação). A entrada é gratuita.

Ouça aqui as novas músicas de Terminal e Corona Kings e outras faixas já gravadas para o projeto.

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terça-feira, 28 de junho de 2016 Novidades | 19:28

Ouça “Pedro”, o novo EP do Ombu

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O grupo paulistano Ombu, um dos bons nomes da atual onda undeground da música de São Paulo, lançou na última sexta-feira (24) o EP “Pedro”, com exclusividade pela Balaclava Records.

Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Sequência de “Mulher”, EP lançado em 2015, “Pedro” traz cinco faixas gravadas no Estúdio Cavalo, em São Paulo. A grande diferença entre o novo trabalho do Ombu e o anterior é exatamente a pós-produção das músicas, desta vez mais elaborada.

“Decidimos fazer a gravação no Cavalo já que conseguiríamos gravar o instrumental ao vivo e ter uma qualidade muito melhor tanto de captação quanto de mixagem e masterização”, explica o guitarrista Santiago Mazzoli sobre a produção do EP.

O EP “Pedro” está disponível nas plataformas digitais e também pode ser ouvido gratuitamente no SoundCloud da Balaclava Records:

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terça-feira, 3 de maio de 2016 Novidades | 19:12

Mocho Diablo aposta no rock de garagem no clipe de “My Enemy”

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As bandas de garagem talvez não existam mais, mas o garage rock segue bem vivo. A mais nova banda a beber nessa fonte é o Mocho Diablo, que lançou o clipe de “My Enemy”, faixa do álbum “Monochrome”.

Divulgação

A música tem uma energia enorme e um som bem cru que deleita os ouvidos de quem curte um bom rock de garagem. Eles se definem como um ponto de encontro entre o rock dos anos 1960 e o grunge dos anos 1990 – e mostram isso muito bem.

O que mais chama atenção em “My Enemy” é a vibração e a força do som, que empolgam quem está ouvindo. “A gente joga a ênfase nos riffs, que são altos e pesados, não importando se conduzidos pela guitarra ou pelo baixo. Tudo bem amarrado por uma linha melódica característica dos anos 90, mas encharcada da crueza punk e de referências setentistas”, explica o vocalista Gui Klaussner.

A faixa “My Enemy” pode ser ouvida abaixo e o disco “Monochrome”, lançado no ano passado, está disponível nas plataformas de streaming.

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terça-feira, 26 de abril de 2016 Novidades | 19:30

Maconha, deboche e música: Free Weed é a mistura do melhor que a Califórnia tem a oferecer

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Considerado pela imprensa americana “O Grande Lebowski da cena chapada da Califórnia”, o americano Rikky Cage veio ao Brasil mostrar uma mistura das melhores coisas de seu estado natal: deboche, música boa e muita maconha.

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Com o alter-ego Free Weed, o cantor fez uma turnê pelo Brasil que terminou nesse sábado (23) com um show no Rio de Janeiro. “Eu amei o Brasil. É o 18º país que visito e o que tem a melhor comida que já comi”, confessou o músico em entrevista ao iG.

Natural de Los Angeles, Cage estranhou o clima tropical do País. “É muito úmido, não estou acostumado. Los Angeles é quente e seco”, comparou.

Além da nossa comida, Free Weed também curte a música brasileira e cita Tom Zé entre suas principais influências. “Ouvia muito no colégio”, lembrou. “Mas conheci mais sobre a música brasileira durante a viagem.”

Quem vê o nome Free Weed pode até pensar que Rikky Cage é um grande maconheiro, mas a verdade é que ele usa seu nome é artístico para defender uma ideologia. “A maconha precisa ser legalizada no mundo todo. Fim de papo”, explicou. Na Califórnia, o uso medicinal da droga é permitido por lei. O músico garante que seu nome não casa nenhum estranhamento na mídia americana. “Algumas pessoas criticam, mas é tão pouco que eu nem percebo”, brincou.

Trazido ao Brasil pelo selo curitibano Terry Crew, Free Weed também comemora seu primeiro lançamento no País: uma coletânea em K7 com 18 faixas de sua discografia. O formato, que tem voltado a aparecer há algum tempo, é um dos preferidos do americano. “k7 é incrível porque é barato de fazer e vender”, disse. “Mas não acho que nenhum formato físico vai voltar a ser grande, agora a música está na internet”, admitiu.

A coletânea “Scooby Dude”, de Free Weed, está à venda no site do selo Terry Crew por R$ 12.

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sexta-feira, 22 de abril de 2016 Novidades | 16:54

Veja o clipe de “Vai”, novo single do recifense Barro

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Líder da banda Dessinée, o recifense Barro agora está se aventurando em carreira solo. Seu primeiro trabalho é o bom single “Vai”, cujo clipe foi lançado neste mês.

Barro - Foto 3 - Single VAI - Credito_Louise Vas peq

Misturando dub a uma pegada pop bem gostosa, caprichada nos backing vocals, “Vai” é um som praiano que te faz ter saudade de Pernambuco mesmo sem nunca ter ido pra lá, além de uma ótima amostra do que vem por aí.

A faixa é parte do disco “Miocárdio”, o primeiro de Barro, que será lançado mundialmente pelo selo italiano A Buzz Supreme, que também trabalha com Criolo e Joss Stone.

Para comemorar o lançamento do clipe, Barro saiu em uma pequena turnê nacional, que acaba nesta sexta-feira (22) no Recife, depois de passar por São Paulo e São Carlos (SP). O show é gratuito e acontece no Roda Cultura (R. Me. Deus, 66) a partir das 19h.

Veja abaixo o clipe de “Vai”:

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sábado, 9 de abril de 2016 Novidades | 13:58

Após assalto na Argentina, Francisco, el Hombre planeja turnê e documentário em Cuba

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Os integrantes do Francisco, el Hombre passaram por um pesadelo no começo do ano passado: durante uma turnê pela América Latina, eles foram assaltados na cidade argentina de Mendonza e tiveram todos seus pertences roubados. O que tinha tudo para ser o pior momento da vida dos músicos acabou se tornando em um ponto de virada quando os brasileiros se viram abraçados e ajudados pela comunidade latina. Mais de 15 meses depois do incidente, a banda planeja botar o pé na estrada novamente, desta vez com uma turnê por Cuba.

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Divulgação/Rodrigo Gianesi

Convidados para tocar em um festival na ilha caribenha, a banda do interior de São Paulo embarca em junho e planeja transformar a viagem em um documentário sobre o lugar. “Abrimos uma campanha no Catarse [site de financiamento coletivo] e com isso a gente quer bancar essa ida pra lá e a gravação do filme”, explicou Mateo Piracés-Ugarte em entrevista ao iG.

Por enquanto, a banda já tem três shows marcados em Cuba: um na capital Havana e outros dois em cidades interioranas. Além de tocar pela primeira vez no país, o grupo pretende mostrar no documentário como é a produção de música na ilha. “A ideia é mostrar a cultura cubana, mostrar a música de lá, a cena de lá”, explicou Mateo. “A galera está se organizando de uma maneira independente, queremos mostrar um país onde não existe uma indústria musical”, continuou.

Por outro lado, o grupo ainda quer mostrar a realidade em um país com um regime esquerdista em tempos de tensões políticas no Brasil. “Vai ser interessante mostrar uma ilha que está há 50 anos sem internet, sem capitalismo, em tempos de polarização extrema, com a mídia satanizando a esquerda, que dia a dia vai caindo mais pra direita”, disse o músico.

Todos os planos que o Francisco, el Hombre vem fazendo mostram que o incidente na Argentina não traumatizou ninguém. Pelo contrário, só deu mais forças à banda. “A vida tira alguma coisa para colocar algo maior. Perdemos todos nossos bens e nosso norte, através da empatia fomos reconquistando”, disse Mateo, lembrando toda a ajuda que receberam na Argentina e no Chile após o assalto.

“Abraçamos o desafio de dar a volta por cima e trouxe muita coisa positiva”, continuou o músico. “O assalto nos deixou no chão, mas nos deu uma oportunidade de nos mostrar o que realmente somos”, resumiu.

A campanha de financiamento da viagem do Francisco, el Hombre para Cuba já atingiu 16% da meta de R$ 42.115 estipulada pela banda e fica no ar até maio. Para contribuir, acesse o site do Catarse.

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sexta-feira, 8 de abril de 2016 Novidades | 17:14

BaianaSystem celebra a Bahia com sons da América Latina em “Duas Cidades”

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Ainda hoje muita gente acha que na Bahia só tem axé – e está redondamente enganada. Prova disso é o excelente disco lançado pelo BaianaSystem, “Duas Cidades”, que chega a todas as plataformas de streaming nesta sexta-feira (8). Sem ignorar o axé, o álbum é uma gostosa soma de ritmos latinoamericanos, reggae e batidas regionais que mostram a melhor característica da Bahia e do Brasil: a miscigenação.

Divulgação

Divulgação

Segundo álbum do coletivo, “Duas Cidades” soa como uma homenagem a um dos estados mais culturalmente efervescentes do Brasil e leva à Bahia a cumbia, o reggae e outros ritmos que se casam perfeitamente nas 12 faixas do disco.

À primeira vista, o som do BaianaSystem parece um legado do manguebeat do Nação Zumbi, mas é mais do que isso. É como se fosse uma evolução do movimento que eternizou Chico Science e se alimenta de tudo que aparece ao seu redor, incorporando elementos de vários estilos. É um tipo de música que arrasta multidões no Carnaval de Salvador e faz muita gente em qualquer canto do mundo – tanto que uma das faixas, “Playsom”, entrou na trilha sonora do game “FIFA 16”.

Outro ponto importante de “Duas Cidades” é a pegada política do disco. Se as batidas e os riffs são incríveis e contagiantes, as letras têm conteúdo e convidam à relfexão sobre problemas contemporâneos . A principal é “Lucro”, que discute até especulação imobiliária em um momento em que o Nordeste sofre com a selvageria do dinheiro.

A cereja do bolo são as participações especiais. Produzido por Daniel Ganjaman, o disco tem participações de Siba, Ganhadeiras de Itapuã e até Marcio Vitor, o vocalista do Psirico e dono do hit “Lepo Lepo”.

“Duas Cidades” tem tudo para ser o disco mais tropical lançado no Brasil neste ano e celebra a Bahia do jeito que ela merece: com música de qualidade, para dançar, mas sem fechar os olhos para os problemas.

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sexta-feira, 4 de março de 2016 Novidades | 21:27

Kendrick Lamar lançou uma obra-prima com os restos de “To Pimp A Butterfly”

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O disco mais recente de Kendrick Lamar, “To Pimp A Butterlfy“, não foi eleito o melhor de 2015 à toa. Tanto que nesta sexta-feira (4) o rapper lançou um novo álbum só com o que sobrou daquelas sessões de gravação e, mais uma vez, fez uma obra-prima.

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Com oito faixas, “untitled unmastered.” mostra que “TPAB” podia ter sido um disco ainda melhor. As músicas que não entraram no álbum mantêm a mesma qualidade daquelas que entraram e só confirmam que Kendrick Lamar é um dos maiores nomes de nossa geração.

Assim como o álbum, as faixas não têm título e são identificadas por um número e a data em que provavelmente foram gravadas. As datas indicam que as músicas são de um período que vai de 2013 a 2016.

Curiosamente, o disco foi lançado após um pedido especial de LeBron James. Depois de ver Kendrick no Grammy, o jogador de basquete usou o Twitter para pedir que o rapper liberasse as músicas que não foram usadas em “To Pimp A Butterfly” – e o pedido foi atendido.

Enquanto Kanye West causa com seu “The Life of Pablo” e faz suspense sobre um possível novo álbum, Kendrick Lamar consegue lançar um disco ainda melhor só com aquilo que ele achou que não valeria a pena ser lançado.

Ouça abaixo “untitled unmastered.”:

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