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sábado, 20 de maio de 2017 Agenda, Entrevistas | 18:44

Coletânea revisita a carreira do Skank com artistas da nova geração

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Uma das grandes bandas do rock nacional, o Skank completa 26 anos em 2017 e vai ganhar uma homenagem de quem cresceu ouvindo a banda. A coletânea “Dois Lados”, que está sendo produzida por Pedro Ferreira, junta 32 artistas fazendo suas próprias versões de 32 músicas do grupo mineiro, entre hits e joias escondidas nos nove álbuns de estúdio que eles lançaram.

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A ideia de fazer a coletânea partiu de Pedro, que é fã de longa data do Skank. “Sou de Mariana (MG) e comecei a ouvir a banda por influência de primos mais velhos”, disse o mineiro em entrevista ao Faixa1. Ele lembra de quando a banda gravou um DVD em Ouro Preto, em 2001, e ele não pode ir ao show. “Meus primos foram e ficaram reverberando isso na minha cabeça por muito tempo, aí comecei a ouvir mais a banda e me lamentei muito por não ter ido”, recordou.

Aproveitando os 25 anos do lançamento de “Skank”, álbum de estreia da banda, o produtor convidou nomes como Ian Ramil, Garotas Suecas, Rico Dalasam, Selvagens à Procura de Lei e Francisco, El Hombre para regravar as músicas do grupo. “Procurei convidar artistas que admiram a obra do skank, mas que não necessariamente têm influências deles”, explicou Pedro. “Não é um disco de cover, eles ficam à vontade para imprimir seu estilo”, ressaltou.

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Por ser um trabalho sem fins lucrativos, o produtor e os artistas não precisaram de uma autorização legal para regravar as músicas, mas Pedro Ferreira fez questão de entrar em contato com a banda para falar sobre o projeto. “No pré-projeto, eu entrei em contato com a banda e eles adoraram a ideia e deram total aval para continuar”, garantiu. Para ele, esse projeto pode ajudar as novas gerações a conhecerem o trabalho do grupo mineiro e apresentar aos fãs antigos do Skank os novos nomes da música nacional.

Esta não é a primeira vez que Pedro Ferreira faz coletâneas em homenagem a artistas. Ele também trabalhou em projetos semelhantes revisitando as carreiras de Los Hermanos e Milton Nascimento. “Eu acho bacana, é uma forma de perpetuar o legado dos artistas e direcionar o olhar para os novos músicos”, explicou sobre os trabalhos. “O Brasil vive um de seus melhores momentos na música”, ressaltou.

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A coletânea “Dois Lados” sairá em junho e será disponibilizada para download gratuito e streaming pelo site Scream & Yell. Veja abaixo a lista de artistas que participam do projeto:

A Banda Mais Bonita da Cidade (PR)
Ana Larousse e Leo Fressato (PR)
Ana Muller (ES)
AnaVitória (TO)
André Abujamra (SP)
Cobra Coral (MG)
Dani Black (SP)
Esteban (RS)
Fernando Anitelli (SP)
Francisco El Hombre (SP)
Garotas Suecas (SP)
Graveola (MG)
Ian Ramil (RS)
Jéf (RS)
Lulina (PE)
Manitu (MG)
Medulla (RJ)
Nevilton (PR)
Phillip Long (SP)
Phill Veras (MA)
Quarup (SP)
Rico Dalasam (SP)
Selvagens à Procura de Lei (CE)
Seu Pereira e Coletivo 401 (PB)
Sr. Gonzales (DF)
Teago Oliveira (Maglore) (BA)
The Baggios (SE)
Transmissor (MG)
Tuyo (PR)
Wado (AL)
Zé Manoel (PE)

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sexta-feira, 19 de maio de 2017 Agenda, Entrevistas | 18:59

Ekena lança campanha de financiamento coletivo para disco de estreia

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A cantora Ekena conta com a ajuda de seus fãs para dar um importante passo em sua carreira: lançar seu primeiro disco, ““. Para isso, ela iniciou uma campanha de financiamento coletivo. Até o dia 17 de junho, a artista pretende arrecadar R$ 29.700 para tirar o projeto do papel.

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Crédito: Gabriel Quintão

Crédito: Gabriel Quintão

Como somos uma banda independente, sem grandes gravadoras por trás, achamos que a melhor forma de conseguir realizar esse sonho seria contando com a ajuda das pessoas que sempre torceram e nos acompanharam desde os primeiros trabalhos”, disse Ekena em entrevista ao Faixa1. Ela e seus parceiros de banda, Vinícius Lima e Gabriel Planas, já atingiram 12% da meta e arrecadaram quase R$ 4 mil até agora.

A grana do financiamento coletivo será usada para dar o acabamento ao álbum e custear despesas com mixagem, masterização, prensagem e finalização de artes visuais. O disco em si já está gravado desde janeiro. Para a cantora paulista, o crowdfunding é uma ferramenta muito importante para os artistas que vem sendo cada vez mais abraçada pelo público brasileiro. “Sempre que penso ‘poxa, as pessoas não colaboram tanto’, tento pensar e rever uns anos atrás, quando mal se falava de financiamento coletivo e quase ninguém se sensibilizava a ponto de colaborar com os artistas”, disse.

Na entrevista abaixo, Ekena fala sobre seu disco de estreia e as dificuldades do financiamento coletivo:

Faixa1: Por que você decidiu fazer um crowdfunding para o lançamento do disco?
Ekena:Eu demorei alguns anos pra amadurecer e decidir lançar um disco e quis fazer tudo da melhor forma; pensar em cada detalhe dos arranjos, em como seriam as artes desse trabalho e tudo mais. Como somos uma banda independente, sem grandes gravadoras por trás, achamos que a melhor forma de conseguir realizar esse sonho seria contando com a ajuda das pessoas que sempre torceram e nos acompanharam desde os primeiros trabalhos. O financiamento também permite que a gente faça esse disco todo com a nossa identidade, e isso pra mim é algo fundamental!

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Faixa1: Qual é a importância da popularização desses financiamentos coletivos para os artistas?
E: Acho que o crowdfunding deu mais liberdade aos artistas. Hoje vemos grandes nomes saindo de gravadoras e se tornando independentes novamente porque o financiamento proporciona isso. Você consegue colocar em prática o que deseja sem ser mais um produto enlatado do mercado. É importante que isso tome mais força no Brasil, que as pessoas comecem realmente a colaborar, não só com os seus artistas favoritos, mas que isso tome força e vire algo comum! É bom pros grandes artistas que já conhecemos, mas excelente também pra conhecer outros nomes que estão vindo com força total!

Faixa1:  Você acha que o brasileiro está lidando melhor com o financiamento coletivo e realmente apoiando os projetos nos quais ele acredita?
E: Eu acho que sim. Sempre que penso “poxa, as pessoas não colaboram tanto”, tento pensar e rever uns anos atrás, quando mal se falava de financiamento coletivo e quase ninguém se sensibilizava a ponto de colaborar com os artistas. Ainda existia uma visão muito louca de que artista só se torna grande quando está dentro de grandes gravadoras, e hoje isso mudou bastante. Temos aí grandes nomes que não fazem parte disso e que conseguiram lançar seus discos através de financiamento coletivo.

Faixa1: Você tem um bom alcance nas redes sociais, mas sente alguma dificuldade em reverter isso em grana e apoio ao projeto?
E: Poxa, sinto sim! Parece que existe aquele tal costume de “ah, depois eu baixo as músicas, não preciso ajudar”. O que muitas vezes essas pessoas não sabem é que, se elas não apoiarem, na maioria dos casos independentes, o disco não sai. Existe muita dificuldade financeira por trás disso, por conta dos custos gerais. E vejo isso num contexto geral, não só no crowdfunding, mas também em ajudas gerais com projetos culturais, shows e etc. Quanto aos shows que fazemos, muitas vezes uma parte da bilheteria é revertida pra banda e a outra parte fica com o dono da casa de shows. Além disso, pessoas/colegas/amigos pedem inclusão de nomes em listas VIP em vez de ajudar pagando R$ 10 ou R$ 15 na entrada e colaborar com a banda que está ali tocando, pra que ela receba um cachê minimamente justo.

Faixa1: Qual é o status do disco? O que vocês já tem pronto e o que depende do dinheiro arrecadado?
E: O disco já foi gravado em janeiro no Estúdio Rancho Rockfeller, o que falta agora são detalhes finais de mixagem e masterização, a prensagem do disco físico e a finalização das artes visuais que a Luiza Guedes está fazendo. Além disso, consideramos também a pós-produção do disco, que é a parte de comunicação e assessoria logo após o lançamento, pra que seja possível levar esse disco pro Brasil todo com muito amor e carinho.

Faixa1: Qual é a parte mais difícil de fazer um disco hoje em dia?
E: Acredito que a parte mais difícil não está em criar, mas sim em lançar. Torná-lo físico, gravado com qualidade digna, fazer esse disco ser ouvido, ganhar espaço e conseguir trabalhar com ele. Comparo com uma pessoa recém-graduada indo procurar emprego. Quando na entrevista perguntam se ele já tem experiência na área, e ele não tem, muitas vezes não é contratado. Se ninguém nunca der a chance, como ele será reconhecido e terá experiência? Eu venho de uma longa jornada de 17 anos cantando profissionalmente, mas esse é meu primeiro disco cheio e esperamos de coração que as pessoas o abracem como eu o tenho abraçado esse tempo todo.

Faixa1: Como esse álbum fala contigo? É uma espécie de biografia?
E: ‘Nó’ foi escrito durante duas fases: a Ekena antes de ser mãe e a após a maternidade. Gael me fez crescer muito como mulher e também como cantora e compositora. Eu tinha dificuldade pra compôr em português; antes dele escrevi apenas “Passarinho”, era a única música em português que tinha escrito (pro Joca, filho de uma grande amiga). Quando engravidei do Gael, senti vontade de escrever coisas que conversassem com as pessoas mais diretamente e que ele também pudesse entender com facilidade. O disco todo conta uma história, desde perdas (quando perdi minha avó Lula que morou comigo a vida toda), erros e relacionamentos abusivos que sofri durante mais de cinco anos, até sobre bons encontros, pessoas incríveis que passaram pela minha vida e de certa forma me ensinaram a me amar mais, mulheres incríveis que tive a honra de conhecer e transformar as histórias delas em canções. Então, sim, é uma biografia bem íntima, quem ouvir o disco vai saber muito da minha história até aqui.

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Faixa1: Após o lançamento do disco, quais serão os próximos passos?
E: Estamos fazendo o possível pra preparar uma turnê pelo Brasil, pra levar o show lindo desse disco, abraçar as pessoas, conhecer gente nova e trocar as mais belas energias. Quero levar esse som adiante, viajar por esse Brasilzão transmitindo muita música feita com a alma, empoderamento e amor.

A banda é atração da Virada Cultural Paulista e faz outros shows no interior de São Paulo neste fim de semana. Veja a agenda:

Ekena em Analândia
Quando: sábado, 20 de maio, às 20h
Onde: Cachaçaria Macaúva (Rua H, 61, Portal das Samambaias, Analândia)
Quanto: R$ 20

Ekena em Araraquara (Virada Cultural Paulista)
Quando: domingo, 21 de maio, às 3h10
Onde: Palco Choro das Águas (Praça do DAAE, Fonte Luminosa, Araraquara)
Quanto: grátis

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quinta-feira, 18 de maio de 2017 Notas | 17:27

Incansável herói do grunge, Chris Cornell deixa legado que nunca será apagado

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Em meio ao caos político que o Brasil viveu no fim dessa quarta-feira (17), os fãs de música tiveram um enorme baque na manhã desta quinta-feira (18): a morte de Chris Cornell. Aos 52 anos, um dos maiores nomes do rock alternativo sofreu uma morte súbita, que está sendo tratada como suicídio, e chocou todo mundo.

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Conhecido por ser a voz do Soundgarden e do Audioslave, Chris Cornell emplacou hits como Like A StoneBlack Hole SunDoesn’t Remind MeBlack Rain. Nos anos 1990 e 2000, o americano era um dos grandes ícones do gênero e influenciou toda uma geração.

Carreira

Nascido em Seattle, o músico viveu a fase áurea do grunge com o Soundgarden. Ao lado de bandas como o Nirvana e o Pearl Jam, o Soundgarden foi um dos grandes expoentes da fase mais prolífica da música de Seattle, quando a cidade era o centro mais efervescente da produção cultural americana.

O Soundgarden pode até não ter feito o mesmo sucesso que Nirvana e Pearl Jam, mas o legado que Cornell deixou é inquestionável. O álbum “Superunknown”, de 1994, é considerado um dos melhores de todos os tempos e o mais importante da carreira do grupo americano.

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No fim dos anos 1990, problemas internos fizeram com que o Soundgarden chegasse ao fim, o que, por outro lado, propiciou que Cornell desse mais um passo importante na carreira: o Audioslave. O supergrupo foi formado por ele, Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk, virando sucesso imediato. Foi com os músicos do Rage Against The Machine que Chris conquistou uma nova safra de fãs, muitos que sequer conheciam o trabalho do Soundgarden. A banda foi sucesso nos anos 2000, principalmente com o álbum “Audioslave” e o hit Like A Stone, presença certa na programação da MTV por volta de 2004. Incansável, ele ainda apostou na carreira solo – e até numa reunião do Soundgarden. De 1999 pra cá, Cornell lançou cinco álbuns solos, sendo “Higher Truth”, de 2015, o mais recente.

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Caso o suicídio de Chris Cornell seja confirmado, sua morte terá uma trágica coincidência com a de Ian Curtis, que tirou a própria vida no dia 18 de maio de 1980, exatamente 37 anos antes do americano. Assim como o líder do Joy Division, Cornell deixa uma saudade imensa, tristeza profunda, mas um legado que nunca será apagado.

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sexta-feira, 5 de maio de 2017 Entrevistas | 15:55

Alarmes faz shows em Portugal em sua primeira turnê fora do Brasil

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A banda brasiliense Alarmes termina neste domingo (7) a sua primeira turnê fora do Brasil. Quando eles se apresentarem na cidade de Faro, em Portugal, os músicos terão cumprido uma agenda de nove shows em pouco menos de duas semanas no país.

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“É uma experiência completamente diferente”, disse ao Faixa1 o vocalista Arthur Brenner sobre os shows em Portugal. Ao todo, a banda passa por nove cidades diferentes, entre elas a capital Lisboa. “A gente chegou nos lugares onde tocamos e o público variou de umas 20 a 100 pessoas. Em todos eles, o show começa e as pessoas estão mais para apreciar, para conhecer, e do meio pra frente, as pessoas começam a dançar com a gente”, disse o músico da Alarmes.

Em Portugal, o grupo mostra o álbum “Em Branco”, lançado no ano passado. Arthur conta que os europeus estão gostando do trabalho. “A recepção tem sido muito boa, o público aceita e está muito disposto a conhecer música nova e de outro país”, disse, destacando que o público dos shows é formado essencialmente por portugueses.

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Nova cultura

Apesar de estarem fazendo shows em casas pequenas, os músicos da Alarmes estão bastante contentes com turnê portuguesa. “Essa turnê representa uma grande recompensa pelo trabalho que a gente tem feito no Brasil. Não é só um passo adiante, é um voo”, definiu Arthur. Além de mostrar sua música para um público diferente, a banda também está fazendo contatos que podem se transformar em convites para os festivais europeus no futuro.

O vocalista da banda ainda destaca a importância de trabalhar com outras culturas. “A gente percebe uma diferença enorme entre as casas de show brasileiras e as portuguesas”, disse. “A gente é muito bem tratado pelos donos das casas de shows, e, ao mesmo tempo, eles cobram que a gente faça um trabalho bem feito. Então rola uma coisa mútua, é muito legal”, explicou Arthur Brenner.

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Depois dos shows em Portugal, a Alarmes volta ao Brasil para continuar a turnê por aqui e trabalhar no próximo álbum, previsto para 2018. “Já começamos a fazer algumas produções [do novo disco] e pretendemos lançar no primeiro semestre do ano que vem. Até lá, vamos tentar tocar em alguns festivais”, antecipou o vocalista.

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sexta-feira, 28 de abril de 2017 Agenda, Entrevistas | 15:19

Rapper Akua Naru desembarca no Brasil com novo álbum

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A rapper americana Akua Naru começa nesta sexta-feira (28) uma nova turnê pelo Brasil. A cantora apresenta o álbum “The Miner’s Canary” no Sesc Pompeia e depois segue para Campinas, Rio de Janeiro, Goiânia e Curitiba.

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Em entrevista por e-mail ao Faixa1, a rapper falou sobre os shows. “Eu amo o Brasil. Sempre que venho para cá, fico encantada com como esse lugar é incrível”, disse Akua Naru.

Abaixo, a rapper americana radicada na Alemanha fala sobre música brasileira, o cenário do rap e seu mais recente álbum.

Faixa1: Qual é sua expectativa para os shows no Brasil?
Akua Naru: Quero incendiar o palco. Quero colocar todo meu coração no palco e que a banda faça o mesmo.

Faixa1: Como foi sua primeira experiência no Brasil?
Akua Naru: Eu amo o Brasil. Sempre que venho para cá, fico encantada com como esse lugar é incrível. Eu conheci tanta gente linda. É um ótimo lugar.

Faixa1: Você gosta de rappers brasileiros?
Akua Naru: Eu amo o Emicida, o Rashid e o Kamau. Gosto muito do Criolo também. Tem tanta música boa nesse país, nova e antiga. Desde Tim Maia e Djavan aos dias de hoje. Eu adoro acompanhar o que acontece no Brasil.

Faixa1: Você acha que o rap é o gênero musical mais popular do mundo?
Akua Naru: Não sei, mas o rap é muito poderoso. É um movimento global. Ele uniu as pessoas apesar das diferenças de raças, culturas e classes sociais. Deu voz aos que não tinham voz. O rap é o maior.

Faixa1: Já se passaram dois anos desde o lançamento “The Miner’s Canary”. Como você vê esse disco hoje?
Akua Naru: É meu bebê. Mas estou trabalhando em um novo álbum e ele deve sair logo. Quero algumas influências brasileiras.

Faixa1: O que você está planejando para este ano?
Akua Naru: Vou fazer muitas turnês, como sempre. Ainda estou dando aulas. Vou lançar meu novo álbum em breve, fiquem atentos.

Akua Naru em São Paulo
Quando: sexta, 28 de abril, às 21h30
Onde: Sesc Pompeia – Comedoria (Rua Clélia, 93 – Pompeia)
Quanto: de R$ 12 a R$ 40

Akua Naru ainda toca em Campinas (29 de abril), Rio de Janeiro (11 de maio), Goiânia (12 de maio) e Curitiba (13 de maio).

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quinta-feira, 27 de abril de 2017 Agenda, Entrevistas | 19:36

Chico Salem faz show em São Paulo e planeja novo álbum para 2018

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O músico Chico Salem se apresenta nesta quinta-feira (27) em São Paulo. O guitarrista, que já tocou com artistas do gabarito de Arnaldo Antunes, toca o álbum “Maior ou Igual a Dois”, lançado no ano passado.

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Chico Salem faz show em São Paulo nesta quinta-feira (27)

Chico Salem faz show em São Paulo nesta quinta-feira (27)

“Após um ano do lançamento, eu já fiz tantas experiências de formações de banda nos shows, já convidei tanta gente pra participar, reciclando o repertóri​o,​ que pra mim parece que lancei o disco a semana passad​a”, disse Chico Salem, em entrevista ao Faixa1, sobre o disco mais recente.

No show da capital paulista, o músico terá a companhia de Barbara Eugênia e Felipe Antunes. “O ​F​elipe eu conheço mais intimamente, como amigo, parceiro… A Bárbara eu conheço menos, nos cruzamos algumas vezes, mas acompanho o trabalho dela há muito tempo”, explicou.

Na entrevista abaixo, o artista fala sobre o show em São Paulo, a turnê que fez em Portugal e seus planos para este ano.

Leia a entrevista:

Faixa1: O que você está planejando para o show em São Paulo?
Chico Salem: Eu sou um entusiasta dos encontros. Me atrai muito o fruto dos encontro entre pessoas, seres, artistas. Minha ideia para esse show é trazer os dois com suas personalidades, particularidades e suas artes pra somar e multiplicar com o meu show. O resultado é sempre um mistério curioso e imprevisível.

Faixa1: Qual é sua relação com Barbara Eugênia e Felipe Antunes?
CS: O ​F​elipe eu conheço mais intimamente, como amigo, parceiro. Além de ser fã de seu trabalho com o Vitrola Sintética, e de seu disco solo “Lâmina”. Inclusive já participei do show deles cantando Titãs, e foi muito legal. A Bárbara eu conheço menos, nos cruzamos algumas vezes, mas acompanho o trabalho dela há muito tempo. Acho uma artista excepcional e com muita, muita personalidade.

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Faixa1: Como o álbum “Maior ou Igual a Dois” está envelhecendo para você?​​ Como é trabalhar com ele mais de um ano após o lançamento?
CS: A vida não paá​ra. E está em constante transformação. Da mesma forma que esse disco e esse show pra mim. Após um ano do lançamento, eu já fiz tantas experiências de formações de banda nos shows, já convidei tanta gente pra participar, reciclando o repertóri​o,​ que pra mim parece que lancei o disco a semana passad​a. Estou em paz com ele já ter um ano​, o que não significa que já não esteja fervilhando para desenvolver um novo projeto.

Faixa1: O que você mais gosta no álbum?
CS: Eu adoro o frescor que os encontros inusitados presentes nesse disco mostram​. É pra mim um presente ter tido tanta gente legal imprimindo suas fotografias nessas gravações.

Faixa1: Como foi fazer shows desse disco em Portugal?
CS: Foi um a experiência incrível. Num país distante. Novo. Mas com uma língua mãe comum​ ​que dá uma base que ajuda na comunicação. Foi uma recepção surpreendente pra mim.

Faixa1: Quais são seus planos para este ano?
CS: Meu desejo é seguir 2017 trabalhando o show “Maior ou igual a Dois”, com todos os encontros que ele vai gerar​.​ Rodar cidades que ainda não fui​.​ Produzir novos conteúdos de v​í​deo, ainda sobre o repertório do disco. E já preparar um disco novo para ser lançado em janeiro de 2018.

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Chico Salem em São Paulo
Quando: quinta-feira, 27 de abril, às 21h
Onde: Tupi or not Tupi (R. Fidalga, 360 – Vila Madalena)
Quanto: R$ 35

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quinta-feira, 23 de março de 2017 Agenda, Entrevistas | 20:05

Geanine Marques apresenta disco de estreia do G T’aime

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Depois de fazer seu nome no Stop Play Moon, a cantora e compositora Geanine Marques concebeu neste ano o projeto G T’aime, ao lado de seu companheiro Rodrigo Bellotto, que ganhou um belo álbum homônimo.

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G T' Aime

“Esse projeto é mais pessoal, muita coisa saiu daqui do nosso quarto”, explicou Geanine sobre o álbum “G T’aime”. O disco foi uma espécie de surpresa para todo mundo. “Eu nem tinha ideia de que ia virar alguma coisa, mas quando já tínhamos oito músicas, mostrei pro baterista e ele empolgou pra gente seguir em frente”, contou.

Na entrevista abaixo, Geanine Marques fala sobre o novo projeto e a carreira.

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Faixa1: Como foi a produção do álbum?
Geanine Marques: Começamos as gravações em junho de 2016, o álbum acabou ficando pronto em novembro e lançamos em janeiro. Foi muito bom trabalhar com o Mauricio Takara [do Hurtmold, produtor do álbum], eu tinha muita vontade, mas a gente nunca conseguiu.

Faixa1: O que esse projeto representa na sua carreira?
GM: Esse projeto é mais pessoal, fiz com meu namorado, muita coisa saiu daqui do nosso quarto. Eu nem tinha ideia de que ia virar alguma coisa, mas quando já tínhamos oito músicas, mostrei pro baterista e ele empolgou pra gente seguir em frente.

Faixa1: Como foi o trabalho com seu companheiro?
GM: A gente não tinha nenhuma expectativa, foi muito natural o processo. A gente nunca tinha pensado em gravar um disco. O Stop Play Moon tinha dado uma pausa e eu estava meio na vontade de me enfiar em mais alguma coisa.

Faixa1: Qual é a diferença entre esse trabalho e as outras coisas que você fez na carreira?
GM: É uma coisa muito simples, uma formação muito simples. Sempre trabalhei com base, coisas eletrônicas, então pra mim é louco, é totalmente diferente trabalhar sem essas coisas. Você tem maior controle sobre tudo.

Faixa1: Como você vê o momento atual para os artistas no Brasil?
GM: O Brasil está numa fase muito complicada, muito difícil. Eu vejo a vida mais larga e farta, mas está embaçado pra todo mundo, inclusive na cultura.

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O álbum de estreia do G T’aime já está disponível nos principais serviços de streaming. O duo Geanine Marques e Rodrigo Bellotto se apresenta neste sábado (25) no Breve, em São Paulo (R. Clélia, 470 – Barra Funda), junto com o Papisa.Os ingressos custam R$ 15.

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sexta-feira, 17 de março de 2017 Agenda, Fique de olho | 18:20

As cinco mulheres que marcaram a carreira de Lara e os Ultraleves

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O grupo paulistano Lara e os Ultraleves se apresenta no Sesc Consolação, em São Paulo, neste domingo (19), para mostrar o álbum Em Boa Hora e algumas novidades aos fãs. Em meio a produção de seu segundo disco, a cantora dá uma pausa no trabalho para dar um gostinho do que vem por aí.

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Lara e os Ultraleves faz dois shows no estado de São Paulo a partir deste domingo (19) | Crédito: Divulgação/Felipe Calil

Lara e os Ultraleves faz dois shows no estado de São Paulo a partir deste domingo (19) | Crédito: Divulgação/Felipe Calil

No show deste domingo, Lara e os Ultraleves mostrará três singles inéditos, que podem estar no novo disco do grupo, e ainda recebem uma participação especial do cubano Pedro Bandera, percussionista do Batanga&Cia que também trabalha com o grupo brasileiro Aláfia.

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Este será um dos poucos shows da banda de Lara Aufranc em março, considerado o mês da mulher, em referência ao Dia Internacional da Mulher. Ao Faixa1, a cantora lembrou de cinco álbuns feitos por mulheres que marcaram sua vida.

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Veja abaixo:

Body and Soul – Dolores Duran (1957)
“Dolores Duran não deve nada a Ella Fitzgerald. O disco foi gravado ao vivo e, apesar da gravação tosca, revela um talento excepcional. Dolores é um tesouro que merece ser ouvido pelas novas gerações.”

Fatou -Fatoumata Diawara (2011)
“A música africana é pouco conhecida no Brasil, apesar de sua evidente influência na música brasileira. Artista da Costa do Marfim, Fatoumata é uma ótima porta de entrada.”

Extraordinary Machine – Fiona Apple (2005)
“É difícil achar alguma coisa original na música americana, mas Fiona consegue sair da curva. Atenção especial para os arranjos bem dosados e criativos.”

Ascensão – Serena Assumpção (2016)
“Um dos discos mais bonitos da música brasileira recente. Traz a tradição do Candomblé mas não se limita aos toques de Santo. É um disco livre, forte e cheio de acalanto pro espírito.”

Amelita Baltar interpreta a Piazzolla y Ferrer – Amelita Baltar (1970)
“De início as mulheres nem podiam dançar o tango. Mas em 1970 o mundo estava mudando, e o tango também. A tríade Amelita, Piazzolla e Ferrer fizeram história nesse disco.”

Lara e os Ultraleves em São Paulo
Quando: domingo, 19 de março, às 18h
Onde: Teatro Anchieta no Sesc Consolação (Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque)
Quanto: de R$ 9 a R$ 30

Lara e os Ultraleves em Sorocaba
Quando: sexta-feira, 24 de março, às 20h
Onde: Sesc Sorocaba (R. Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade)
Quanto: grátis

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domingo, 12 de fevereiro de 2017 Premiações | 07:00

Grammy 2017: quem vai ganhar e quem deveria ganhar

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Maior premiação do música, o Grammy 2017 acontece neste domingo (12) e vai ter um dos maiores embates da história do evento. Neste ano, a premiação coloca frente a frente Beyoncé e Adele, duas das maiores vencedoras dos últimos tempos.

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As duas popstars concorrem aos principais prêmios da noite: álbum do ano, gravação do ano e música do ano. Mas, além delas, outros grandes nomes da música estão concorrendo às estatuetas, entre eles Justin Bieber, Drake e Rihanna. Veja abaixo as apostas do Faixa 1 para o Grammy 2017:

Gravação do ano
Hello – Adele
Formation – Beyoncé
7 Years – Lukas Graham
Work – Rihanna feat. Drake
Stressed Out – Twenty One Pilots

Quem vai ganhar: Formation – Beyoncé
Quem deveria ganhar: Formation – Beyoncé

Uma das categorias mais importantes da noite, gravação do ano leva em conta diversos aspectos da música, como a produção, mixagem, canção e composição. Neste aspecto, Formation é uma música impecável: tem produção incrível, boa letra e um dos pontos altos da carreira de Beyoncé. Apesar de Hello ser um dos hits de 2015, Adele não consegue competir com Beyoncé nessa.

Álbum do ano
25 – Adele
Lemonade – Beyoncé
Purpose – Justin Bieber
Views – Drake
A Sailor’s Guide to Earth – Sturgill Simpson

Quem vai ganhar: 25 – Adele
Quem deveria ganhar: Lemonade – Beyoncé

Apesar de ter sido abraçado pela crítica, o álbum visual Lemonade não foi o melhor de 2016 para boa parte da mídia especializada. Mas, entre os concorrentes, o disco de Beyoncé é o melhor e merece levar a estatueta para casa. Por outro lado, a Recording Academy não vai deixar 25 não ser premiado. O álbum de Adele, lançado em 2015, esperou mais de um ano para concorrer ao Grammy – e os eleitores da premiação não querem ter o peso não o ter premiado.

Música do ano
Formation – Beyoncé
Hello – Adele
I Took A Pill In Ibiza – Mike Posner
Love Yourself – Justin Bieber
7 Years – Lukas Graham

Quem vai ganhar: Hello – Adele
Quem deveria ganhar: Hello – Adele

Muito parecida com a categoria de gravação do ano, música do ano leva em conta a composição – tanto que o compositor da música também é premiado. Por causa dessa categoria, Adele pode ter certeza de que não vai sair de mãos abanando. Hello é uma canção que ficou grudada na cabeça de todo mundo por muito tempo, com uma composição precisa e delicada. Apesar do fantasma de Beyoncé continuar rondando e até Justin Bieber correr por fora, Adele já pode se preparar para levar essa estatueta para casa.

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Artista revelação
Kelsea Ballerini
The Chainsmoskers
Chance The Rapper
Maren Morris
Anderson .Paak

Quem vai ganhar: The Chainsmokers
Quem deveria ganhar: Chance The Rapper

Chance The Rapper é um dos artistas mais legais que apareceu nos últimos tempos. Sua mixtape Coloring Book é uma ode à alegria e recheada de músicas que levantam a auto-estima de qualquer um, além de ser muito bem feitas. O azar do rapper de Chicago é que o R&B tem outro grande representante na categoria, Anderson .Paak, que fez de Malibu um dos melhores álbuns de 2016. A indecisão entre os eleitores tem tudo para deixar o caminho livre para The Chainsmoskers, o representante da música eletrônica. Com o hit Closer, com Halsey, a dupla deslanchou nos Estados Unidos e conquistou um espaço suficiente para deslumbrar os eleitores do Grammy – e fazer com que eles mantenham a tradição de errar no prêmio de artista revelação.

Melhor performance pop solo
Hello – Adele
Hold Up – Beyoncé
Love Yourself – Justin Bieber
Piece By Piece – Kelly Clarkson
Dangerous Woman – Ariana Grande

Quem vai ganhar: Hello – Adele
Quem deveria ganhar: Hello – Adele

Contra Formation, Adele pode até se complicar, mas Hold Up não é páreo para Hello. Em seu hit, a britânica mostra por que é uma das maiores cantoras do século e não dá chance para ninguém quando o assunto é performance. A azarada da vez é Ariana Grande: se não tivesse sido indicada contra Beyoncé e Adele, a americana tinha grandes chances de levar para casa seu primeiro Grammy para consagrar a evolução de sua carreira.

Mandatory Credit: Photo by GHNASSIA/NMA2016/SIPA/REX (5355608er) Adele NRJ Music Awards, Show, Cannes, France - 07 Nov 2015

Melhor álbum de pop vocal
25 – Adele
Purpose – Justin Bieber
Dangerous Woman – Ariana Grande
Confident – Demi Lovato
This Is Acting – Sia

Quem vai ganhar: 25 – Adele
Quem deveria ganhar: 25 – Adele

Outra vitória fácil para Adele. O álbum da britânica é muito mais consistente do que os outros quatro, apesar de todos terem grandes hits. Novamente, Ariana Grande sai como a grande azarada: sem Adele, ela seria a favorita para vencer na categoria.

Melhor álbum alternativo
22, A Million – Bon Iver
Blackstar – David Bowie
The Hope Six Demolition Project – PJ Harvey
Post Pop Depression – Iggy Pop
A Moon Shaped Pool – Radiohead

Quem vai ganhar: Blackstar – David Bowie
Quem deveria ganhar: Blackstar – David Bowie

Se Blackstar não ganhar o prêmio de melhor álbum alternativo, os votantes do Grammy podem esperar protestos. Além de ser uma homenagem a David Bowie, o prêmio seria merecido. O disco final do britânico é uma grande obra de arte com duas músicas antológicas, BlackstarLazarus. Para ajudar, Radiohead, PJ Harvey e Iggy Pop deixaram muito a desejar com seus álbuns mais recentes e o Bon Iver ainda não consegue bater de frente com Bowie.

Melhor álbum de rock
California – Blink-182
Tell Me I’m Pretty – Cage The Elephant
Magma – Gojira
Death of a Bachelor – Panic! At The Disco
Weezer – Weezer

Quem vai ganhar: Tell Me I’m Pretty – Cage The Elephant
Quem deveria ganhar: Magma – Gojira

O prêmio de álbum de rock caiu no colo do Cage The Elephant. O disco mais recente deles sequer é o melhor álbum da banda, mas ainda bate as voltas pífias de Blink-182, Panic! At The Disco e Weezer. A sorte é que Magma, do Gojira, deve ser preterido pelos eleitores por ser um álbum de metal, apesar de ser o melhor disco da lista.

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Melhor álbum urban contemporary
Lemonade – Beyoncé
Ology – Gallant
We Are King – KING
Malibu – Anderson .Paak
Anti – Rihanna

Quem vai ganhar: Lemonade – Beyoncé
Quem deveria ganhar: Lemonade – Beyoncé

Assim como Adele na categoria de álbum de pop vocal, Beyoncé nada de braçada em álbum urban contemporary. Seu Lemonade é muito superior aos concorrentes. Mas, se ela não tivesse sido indicada, a briga seria boa. Os ótimos discos de Gallant, KING e Anderson .Paak concorreriam contra um álbum conceitual de Rihanna – e aí seria uma briga de foices no escuro.

Melhor música de rap
All The Way Up – Fat Joe & Remy Ma feat. French Montana & Infared
Famous – Kanye West feat. Rihanna
Hotline Bling – Drake
No Problem – Chance The Rapper
Ultralight Beam – Kanye West

Quem vai ganhar: Hotline Bling – Drake
Quem deveria ganhar: Ultralight Beam – Kanye West

Um dos grandes hits de 2015, Hotline Bling é o favorito para levar o prêmio de música de rap mesmo sem ser uma música de rap propriamente dita. Todo o hype em torno do sucesso de Drake deve ser suficiente para ofuscar o brilhantismo de Ultralight Beam, o gospel arrepiante que abre o álbum mais recente de Kanye West.

Melhor álbum de rap
Coloring Book – Chance The Rapper
and the Anonymous Nobody… – De La Soul
Major Key – DJ Khaled
Views – Drake
Blank Face – ScHoolboy Q
The Life of Pablo – Kanye West

Quem vai ganhar: Views – Drake
Quem deveria ganhar: The Life of Pablo – Kanye West

Mais uma vez, o hype de Drake deve jogar a favor dele. Apesar de Views ser um ótimo álbum recheado de hits, The Life of Pablo ainda tem um maior esforço artístico. O novo disco de Kanye West tem joias como HighlightsFadeSaint Pablo, além de tentar resgatar a influência gospel no rap. Mesmo sem levar o prêmio, Chance The Rapper também pode comemorar: ter sido incluído em uma categoria com nomes de peso como Kanye, Drake e De La Soul já é uma vitória para o cantor, que tem tudo para ser um dos principais rappers dos próximos anos.

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Melhor álbum de country
Big Day in a Small Town – Brandy Clark
Full Circle – Loretta Lynn
Hero – Maren Morris
A Sailor’s Guide to Earth – Sturgill Simpson
Ripcord – Keith Urban

Quem vai ganhar: A Sailor’s Guide to Earth – Sturgill Simpson
Quem deveria ganhar: A Sailor’s Guide to Earth – Sturgill Simpson

Sturgill Simpson não foi indicado ao álbum do ano à toa: seu A Sailor’s Guide to Earth é um dos melhores discos que foram lançados em 2016 – e tem até uma versão de In Bloom, do Nirvana. O terceiro disco do cantor e compositor americano o coloca em um patamar que os anteriores não conseguiram. Por outro lado, Maren Morris corre por fora. Com o primeiro disco lançado por uma grande gravadora, a cantora de 26 pode surpreender com seu Hero.

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sábado, 4 de fevereiro de 2017 Agenda | 15:43

Emília Monteiro lança single em show em São Paulo

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A cantora Emília Monteiro será atração da festa Veneno de Cobra, que acontece neste domingo (5) na Serralheria, em São Paulo.

Crédito: FMS Digital

Crédito: FMS Digital

Ela traz à capital paulista o repertório de Cheia de Graça, seu disco de estreia, lançado em 2013. Além disso, a mineira mostra pela primeira vez ao vivo o single Livre para Amar.

Filha de pais amapaenses, Emília mistura ritmos do Norte do País com roupagens contemporâneas. O álbum é recheado de carimbó e tem parcerias com mestres como Dona Odete, Aldo Sena e Nena Silva.

Emília Barreto em São Paulo
Quando: domingo, 5 de fevereiro, às 19h
Onde: Serralheria (Rua Guaicurus, 857 – Lapa)
Quanto: R$ 20

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