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sexta-feira, 29 de julho de 2016 Agenda, Novidades | 19:52

Rapha Moraes faz homenagem tocante à irmã em “Arritmia”; veja

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rapha rosto natureza (foto por fernando hideki)

Depois de lançar o disco “Corações de Cavalo”, o curitibano Rapha Moraes aproveitou uma das faixas do álbum para fazer uma tocante homenagem a sua irmã Ana Carolina, que morreu em dezembro do ano passado, vítima de problemas no coração.

Em “Arritmia”, música que ganhou um clipe neste mês, o cantor paranaense faz uma última homenagem à irmã. “Minha irmã não tinha só um coração. Ela tinha um coração de cavalo”, diz Rapha Moraes no começo do vídeo, que traz imagens da infância de Ana Carolina e é ilustrado por diversos mini-vídeos captados em Nova York pelo diretor Fernando Hideki.

Com sua banda The Mentes, Rapha Moraes lança oficialmente o álbum “Corações de Cavalo” com um show no Centro Cultural Rio Verde, em São Paulo, neste sábado (30), a partir das 16h30. Os ingressos custam entre R$ 20 e R$ 30.

Veja abaixo o clipe de “Arritmia” e leia a carta de Rapha Moares para a irmã:

“À ANA CAROLINA, 

COM AMOR.

Demorei para decidir se assumiria que essa música “Arritmia” e seu clipe são uma homenagem a minha irmã Ana Carolina, que faleceu em 15 de dezembro de 2015 com 28 anos, de uma doença congênita no coração, o que causou uma arritmia cardíaca.

Demorei porque pensar neste assunto ainda me tira o ar, me deixando sem saber como agir ou pensar. Sentimento que me levou a seguir em frente dessa forma, simplesmente evitando o assunto.

Mas há alguns dias desabei novamente. E me enxerguei. Vi alguém tentando se esconder da dor de perder quem se ama. Alguém fugindo do fato de não ter mais a presença física dela no mundo em que eu faço parte.

Precisei desse tempo para digerir que chegou a hora de assumir que já não sou mais o mesmo. Que minha vida, a dos meus pais e a da nossa família nunca serão mais as mesmas. Conviver diariamente em silêncio com tudo isso é destruidor.

Creio que enfrentar, amar, chorar, sofrer e amar mais, é o caminho para conseguir seguir em frente. O que não significa esquecer.

Por isso, este aqui é o primeiro passo para assumir essa realidade: abrir ao mundo o que sinto.

Quando o Hideki voltou de Nova Iorque com imagens para o clipe de Arritmia, me contou que relatou aos participantes que aquilo se tratava de uma homenagem à minha irmã.

Uma grande ideia que me comoveu. Algo que talvez comova vocês também, onde figurantes passaram a ser protagonistas de um verdadeiro ato de amor. 

Essa presença de humanidade me fez enxergar uma beleza no mundo que há tempos não via. Respirei fundo e senti, com essas imagens, que valia a pena estar vivo.

Esse sentimento de que pertencemos a algo maior. E que só a morte, o nascimento e o amor podem nos fazer lembrar.

Fatos que trouxeram luz. E que me fizeram escrever estar palavras e transformar essa homenagem em realidade.

A Ana viveu e foi exatamente o que ela quis ser. E foi linda.

Essa homenagem é pela vida da minha irmã. E por tudo o que deixou por aqui.

Uma história marcante e grandiosa ao olhar da sensibilidade e da humanidade.

Ana, você me ensinou que nada é mais valioso que aproveitar cada segundo. Que viver é ser quem a gente quer ser.

Coloco esse pedaço de mim no mundo por mim, pelos meus pais, por você e por acreditar na humanidade.

Te amo

Rapha”

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quinta-feira, 21 de julho de 2016 Agenda | 16:47

Festival As 4 Estações celebra a música instrumental em São Paulo

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A Camerata Latino Americana, regida por Simone Menezes, é a atração principal do Festival As 4 Estações (Crédito: CamerataLatinoAmericana/Divulgação)

A Camerata Latino Americana, regida por Simone Menezes, é a atração principal do Festival As 4 Estações (Crédito: CamerataLatinoAmericana/Divulgação)

Começa nesta quinta-feira (21) o Festival As 4 Estações, em São Paulo, celebrando a interação entre a música instrumental e projeções audiovisuais. Com entrada gratuita, o evento acontece na Casa das Caldeiras e tem como atração principal a Camerata Latino Americana, que fará duas apresentações da obra “As Quatro Estações”, composta pelo italiano Antonio Vivaldi.

“Esta é uma obra clássica do repertório. Todo regente e todo violinista já tocaram uma dezena de vezes, aí está o desafio. Tentar construir algo vivo, uma interpretação pessoal, cheia de energia e ao mesmo tempo historicamente correta”, explicou a regente da Camerata, Simone Menezes, ao Faixa1 sobre as apresentações.

A grande novidade das execuções de “As Quatro Estações” no festival paulistano será visual. A Camerata será acompanhada por uma projeção de videomapping criada pela produtora brasileira Visualfarm. “O encaixe de música e imagem é um processo complicado”, disse a regente, que não é novata nesse tipo de apresentação. “Tenho a partitura e uma tela e devo dirigir as obras pensando na música e também no encaixe com as obras, processo parecido com a criação de trilha e cinema à moda antiga”, comparou.

As apresentações da Camerata Latino Americana vão abrir o As 4 Estações nesta quinta-feira (21), às 21h, e encerrá-lo no domingo (24), às 20h30.

Programação diversificada

Os três dias de festival terão uma programação rica e diversificada, segundo o curador musical Ricardo Rodrigues. “A ideia é mostrar a diversidade da produção musical que a gente tem hoje”, explicou ao Faixa1. “Escolhemos alguns temas para trabalhar a cada dia com essa brincadeira de quatro estações, de músicas com temperaturas diferentes”, disse.

Um dos dias mais excitantes do festival é o sábado (23), quando a música negra será o foco. “Será um dia bem festival”, resumiu Ricardo. O destaque é a banda Black Mantra, que mistura funk dos anos 1970 e soul. O dia ainda terá Nômade Orquestra, DJ Thiagão e Orquestra Brasileira de Música Jamaicana.

O domingo será marcado pela mistura de ritmos e ambientes. Bandas como Aeromoças e Tenistas Russas e Muntchako nos três espaços sediados na Casa das Caldeiras. “Cada ambiente vai ter uma vibe”, explicou o curador.

O grande objetivo do festival As 4 Estações é mostrar uma unidade mesmo entre produções diferentes. “São várias conexões, tudo se conversa. Quem for ver uma banda específica, vai encontrar outras coisas que gosta. Queremos ampliar a escala de pessoas que conhecem essas bandas”, resumiu Ricardo Rodrigues.

Festival As 4 Estações
Quando: dias 21, 23 e 24 de julho
Onde: Casa das Caldeiras (Av. Francisco Matarazzo, 2000, Água Branca- São Paulo)
Quanto: grátis

Programação
Quinta – 21/07
19h30 – Duo Finlândia
21h – Camerata Latino Americana com projeção de video mapping Visualfarm

Sábado – 23/07
18h – Nômade Orquestra
20h – Black Mantra
21h – DJ Thiagão
22h – Orquestra Brasileira de Música Jamaicana

Domingo – 24/07
16h – Patricktor4 (Jardim)
17h – Aeromoças e Tenistas Russas (salão principal)
18h – Muntchako (salão principal)
18h – Orquestra Voadora (jardim)
18h – Craca (sub-solo/térreo)
19h Patricktor4 (jardim)
19h – VJ Jovem (sub-solo/térreo)19h – Pedra Branca (salão principal)
20h30 – Camerata Latino Americana com projeção de video mapping Visualfarm

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quarta-feira, 20 de julho de 2016 Agenda, Novidades | 15:54

Exclusivo: ouça as novas músicas de Terminal e Corona Kings para o projeto Invasão True Rock

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As bandas Terminal e Corona Kings serão as atrações principais do Invasão True Rock, projeto idealizado pela marca Jägermeister. Em parceria com o Estúdio Costella, as duas bandas gravaram músicas inéditas para o projeto.

A apresentação ao vivo das novidades de Terminal e Corona Kings acontece neste sábado (23) no Home SP, casa recém-inaugurada na região central da capital. O evento gratuito terá a projeção ao vivo de um pocket show das bandas em frente ao bar, com a intervenção do artista visual Luciano Ferrarezi.

O Invasão True Rock acontece a partir das 20h deste sábado no Home SP (Rua Matias Aires, 94 – Consolação). A entrada é gratuita.

Ouça aqui as novas músicas de Terminal e Corona Kings e outras faixas já gravadas para o projeto.

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terça-feira, 28 de junho de 2016 Novidades | 19:28

Ouça “Pedro”, o novo EP do Ombu

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O grupo paulistano Ombu, um dos bons nomes da atual onda undeground da música de São Paulo, lançou na última sexta-feira (24) o EP “Pedro”, com exclusividade pela Balaclava Records.

Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Sequência de “Mulher”, EP lançado em 2015, “Pedro” traz cinco faixas gravadas no Estúdio Cavalo, em São Paulo. A grande diferença entre o novo trabalho do Ombu e o anterior é exatamente a pós-produção das músicas, desta vez mais elaborada.

“Decidimos fazer a gravação no Cavalo já que conseguiríamos gravar o instrumental ao vivo e ter uma qualidade muito melhor tanto de captação quanto de mixagem e masterização”, explica o guitarrista Santiago Mazzoli sobre a produção do EP.

O EP “Pedro” está disponível nas plataformas digitais e também pode ser ouvido gratuitamente no SoundCloud da Balaclava Records:

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segunda-feira, 30 de maio de 2016 Entrevistas | 20:59

Kamau e DJ Nyack explicam relação com os discos de vinil

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É inegável que a cultura dos discos de vinil teve uma grande retomada de fôlego nos últimos anos, mas para muita gente ela nunca saiu de moda. Para músicos, como o rapper Kamau e o DJ Nyack, os LPs sempre fizeram parte de suas vidas – mesmo depois do surgimento de iPod, MP3 e streaming.

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segunda-feira, 23 de maio de 2016 Agenda | 14:55

A espera chegou ao fim: o Wilco fará show no Brasil em outubro

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O sofrimento dos fãs brasileiros de Wilco chegou ao fim nesta segunda-feira (23), quando a banda foi anunciada como a atração principal do Popload Festival, que acontece em São Paulo em outubro. Este será o primeiro show do grupo no País desde 2005.

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A banda vem ao Brasil para apresentar seu mais recente álbum, “Star Wars”, lançado no ano passado, mas também terá no repertório do show as músicas de seus discos mais antigos, principalmente o clássico “Yankee Hotel Foxtrot”, de 2002.

Além de Wilco, o Popload Festival também terá shows de Battles e Ava Rocha. O festival, que já trouxe Belle & Sebastian, The XX e Iggy Pop, ainda irá anunciar mais atrações.

O Popload Festival acontece em São Paulo no dia 8 de outubro. Os ingressos já estão à venda no site do evento e custam entre R$ 150 e R$ 700.

POPLOAD FESTIVAL 2016
Data: 08 de outubro (sábado)
Local: Urban Stage (Rua Voluntários da Pátria, 498 – Santana – SP)
Abertura das portas: 15h
Classificação Etária: 18 anos (proibida a entrada de menores de 18 anos)
Capacidade: 8.000 pessoas
Ingressos:
Pista Premium: R$250,00 (meia-entrada) e R$500,00 (inteira)
Pista 1º Lote: R$150,00 (meia-entrada) e R$300,00 (inteira)
Camarote: R$350,00 (meia-entrada) e R$700,00 (inteira)

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quinta-feira, 19 de maio de 2016 Agenda | 19:51

Criador do selo RISCO lamenta crise na música brasileira: “A extinção do MinC é uma vergonha e um retrocesso enorme”

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Em meio a um turbilhão de emoções pelo qual quem trabalha com cultura no Brasil está passando nos últimos dias, o selo RISCO encontrou um motivo para celebrar: o lançamento da coletânea inédita “RISCO #001”, que acontece nesta quinta-feira (19) em São Paulo.

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Com nomes como O Terno e Charlie e os Marretas em seu catálogo, o selo gerenciado por Guilherme de Jesus Toledo lança seu primeiro disco e, para isso, reuniu novas versões de músicas conhecidas de suas bandas.

“Ter um selo próprio é a realização de um sonho pessoal”, resumiu o empresário sobre sua experiência com o RISCO, criado em 2015. “A possibilidade de investir em artistas em que acreditamos e acompanhar a carreira e o dia-a-dia desses músicos, que passam a fazer parte da nossa família, é o que nos motiva”, contou.

A paixão pela música fala ainda mais alto quando o momento atual do País é levado em conta, uma vez que o setor foi um dos mais atingidos pela crise econômica. “Alguns preços do mercado subiram, enquanto os investimentos estão cada vez mais escassos e direcionados, ou então até sumindo”, afirmou. A crise política também contribui para o caos no setor, ainda mais com o fim do Ministério da Cultura. “A extinção do MinC é uma vergonha e um retrocesso enorme”, definiu.

Veja abaixo a entrevista completa com Guilherme de Jesus Toledo, do selo RISCO:

Faixa1: O que as oito bandas do selo têm em comum? Como elas conversam entre si?
Guilherme de Jesus Toledo: O RISCO é a junção de alguns músicos e produtores que possuem diferentes projetos e atuações. Atualmente são 10 bandas, umas 30 pessoas que permeiam diversos projetos das mais variadas formas, seja compondo, tocando, produzindo, planejando, acompanhando. O Gabriel Basile, por exemplo, é baterista d’ O Terno, do Grand Bazaar, do Noite Torta, do Memórias, toca percussão nos Marretas, e ainda de quebra vai numas gravações da Luiza Lian dar uns pitacos nas músicas. Nosso mais novo artista do casting é o Música de Selvagem, um projeto de um parceiro nosso, Arthur Decloedt, no qual o Filipe Nader saxofonista dos Marretas também toca. Enfim, é uma salada com ótimos ingredientes, que dependendo da mistura que eles criam, gera um delicioso resultado.

Faixa1: O que representa para você ter um selo próprio?
Guilherme de Jesus Toledo: Ter um selo próprio é a realização de um sonho pessoal. A possibilidade de investir em artistas em que acreditamos e acompanhar a carreira e o dia a dia desses músicos, que passam a fazer parte da nossa família, é o que nos motiva. Num mercado cada vez mais mutante e sem um “caminho das pedras”, acho cada vez mais importante iniciativas de selos que movimentam cenas, públicos, festivais e casas pelo Brasil todo, e acima de tudo, estão investindo e apoiando artistas num mercado completamente louco, rápido e informal.

Faixa1: Quais são as dificuldades de manter um projeto como esse?
Guilherme de Jesus Toledo: Ter um selo de música hoje em dia é uma tarefa bastante desafiadora. Os modelos desse novo mercado da música mudam a todo momento, e o que vemos é um mercado diariamente mutante. Só não pode ficar parado esperando, porque se não já foi, passou, perdeu. A dificuldade está em achar o ponto de equilíbrio com cada um dos artistas, e entender que cada banda é um universo completamente diferente, o que resulta em demandas e expectativas diferentes. Acredito que cada vez mais as iniciativas feitas com verdade, imersão, cuidado, calma, estratégia, carinho e dedicação terão seus espaços e público. Assim como já acontece. Aliás, hoje se produz muita coisa boa no Brasil, muita mesmo, que eu nem fico sabendo, mas já tem uma galera pirando! Inclusive atualmente no mercado de música independente a oferta de música boa é bem maior que a demanda do público e dos espaços. Ou seja, todos nós agentes da música ainda temos muito a construir em formação de público, aí sim teremos um real mercado independente e sustentável.

Faixa1: Como a crise econômica afetou a música?
Guilherme de Jesus Toledo: A crise que vivemos afeta o povo como um todo, e claro, estamos nessa também. Alguns preços do mercado subiram, enquanto os investimentos estão cada vez mais escassos e direcionados, ou então até sumindo. A extinção do MinC é uma vergonha e um retrocesso enorme, que só exemplifica o caminho errôneo desses sujeitos que assaltaram nossa democracia. O que mais me preocupa é a crise política e de valores que o Brasil atravessa, e os resultados que isso nos traz como sociedade. Uma coisa boa isso tudo já está criando: uma nova geração de jovens mais abertos, justos, participativos, mais ativos. E finalmente nós brasileiros estamos entendo o valor do cidadão político, que existe a todo momento nosso em sociedade, e não apenas no “dia da eleição”. As pessoas precisam sair do seus algoritmos e enxergar o país em que vivem.

Lançamento do RISCO #01
19 de maio – quinta-feira, às 20h30
entrada gratuita (retirar convite no local com uma hora de antecedência)
Centro Cultural São Paulo / Sala Adorniran Barbosa (r. Vergueiro, 1000)

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Agenda | 17:31

AIR fará show em São Paulo em novembro

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O Popload Gig vai comemorar 10 anos em grande estilo: com um show do AIR em novembro, em São Paulo.

A banda francesa trará à capital paulista seu próprio show de aniversário, parte da turnê de comemoração de 20 anos de estrada. Jean-Benoît Dunckel e Nicolas Godin devem mostrar os grandes hits de sua carreira, como “Sexy Boy”, e as músicas de seu mais recente álbum “Music for Museum”, de 2014. Antes de vir ao Brasil, a banda fará uma temporada nos festivais europeus, entre eles o Primavera Sound, que acontece em junho em Barcelona.

O AIR toca no Audio Club em 15 de novembro. Os ingressos para o show já estão à venda no site do Popload Gig e custam entre R$ 120 e R$ 240.

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terça-feira, 17 de maio de 2016 Agenda | 20:29

A vitória do funk: MC Bin Laden fará show no MoMA, em Nova York

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O funk tem se firmado cada vez como o gênero musical mais empolgante do Brasil e mais uma prova disso foi dada nesta terça-feira (17), quando o Museum of Modern Art de Nova York anunciou que sediará um show do MC Bin Laden em julho.

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O funkeiro paulistano será um dos artistas que tocarão no “Warm Up 2016”, série de eventos que começa em 11 de junho para celebrar o verão em Nova York.

Bin Laden se apresentará na cidade americana em 23 de julho ao lado do produtor português Branko, repetindo um show que ambos fizeram na Red Bull Station, em São Paulo, no ano passado. Além deles, tocam no mesmo dia Kamaiyah (EUA), Maluca Mala (EUA), Milka La Mas Dura (República Dominicana), IMAABS (Chile) e Endgame (Inglaterra).

Os shows do “Warm Up 2016” vão acontecer no MoMA PS1, uma espécie de anexo do Museum of Modern Art em Long Island, no Brooklyn. A programação completa do evento está disponível no site do museu. Relembre abaixo o show de MC Bin Laden no lançamento do disco “Atlas”, de Branko, em São Paulo:


MC Bin Laden Boiler Room X Red Bull Music… por brtvofficial

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terça-feira, 3 de maio de 2016 Novidades | 19:12

Mocho Diablo aposta no rock de garagem no clipe de “My Enemy”

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As bandas de garagem talvez não existam mais, mas o garage rock segue bem vivo. A mais nova banda a beber nessa fonte é o Mocho Diablo, que lançou o clipe de “My Enemy”, faixa do álbum “Monochrome”.

Divulgação

A música tem uma energia enorme e um som bem cru que deleita os ouvidos de quem curte um bom rock de garagem. Eles se definem como um ponto de encontro entre o rock dos anos 1960 e o grunge dos anos 1990 – e mostram isso muito bem.

O que mais chama atenção em “My Enemy” é a vibração e a força do som, que empolgam quem está ouvindo. “A gente joga a ênfase nos riffs, que são altos e pesados, não importando se conduzidos pela guitarra ou pelo baixo. Tudo bem amarrado por uma linha melódica característica dos anos 90, mas encharcada da crueza punk e de referências setentistas”, explica o vocalista Gui Klaussner.

A faixa “My Enemy” pode ser ouvida abaixo e o disco “Monochrome”, lançado no ano passado, está disponível nas plataformas de streaming.

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